Saber a diferença entre um diamante e um brilhante é uma das dúvidas mais comum das pessoas que não entende muito de pedras preciosas. Para começar a entendermos melhor, basicamente Diamante é uma pedra preciosa e Brilhante é um dos tipos de Lapidação de pedras.
Neste artigo iremos explicar as principais formas de Lapidação conhecidas, a qual é uma forma de destacar, realçar e dar brilho as pedras preciosas. Para chegar a tal ponto, certos tipos de pedras ficam melhor com um tipo de lapidação, pois com a luz elas são lapidadas de acordo com a forma que a luz seja melhor refletida sobre ela. Pra começar precisamos dizer ainda que lapidação é diferente de tipo de corte.
Os Principais Tipos De Lapidação
Para cada um dos tipos de lapidação abaixo, existe uma série de formas e contornos: ovalada, redonda, hexagonal, triangular, brioletter, baguette, navette (que lembra um “barco”), french-out, entre outras.
Lapidação brilhante
Esse é tipo mais presente de lapidação joias expostas em joalherias. Composta por cerca de 32 facetas na parte superior e, pelo 24 na interior. Você conhece essa lapidação como Diamante, porque foi criada especialmente para ele, mas em outras pedras também podem aparecer, como em rubi e esmeralda, sendo comercializados como “rubi com lapidação brilhante”.
Lapidação Lisa
A lapidação lisa possui duas formas: a plana e a cabochon (ou cabochão). A cabochon, do francês caboche, é um talhe simples usado para exibir as cores e os efeitos óticos de pedras preciosas. A parte superior é lapidada de forma arredondada e a parte inferior é levemente convexa ou plana. É dessa lapidação que sai formatos como corações e deltas.
Lapidação em degraus (esmeralda)
É um tipo de lapidação que é realizada em degraus, em formato octogonal. Como o próprio nome já diz, a lapidação degrau é formada por vários degraus e é muito comum em esmeraldas.
Lapidação facetada
Esse tipo, também conhecida como lapidação em facetas, possui três formas diferentes: degraus, esmeralda e brilhante, e já explicamos cada uma delas acima. Mas, ainda existe a lapidação em tesoura, onde as facetas ficam subdivididas.
E a lapidação ceilão, que divide a pedra em diversas facetas para aproveitar melhor a gema bruta.
Lapidação mista
E para finalizar, a lapidação mista é aquela que junta duas variedades na mesma pedra, com uma parte dela facetada ou em degraus e a outra lisa.
A complexidade da lapidação para cada tipo de pedra preciosa é o que vai definir maior raridade e o seu valor. E este não é um processo feito por qualquer profissional, se a gema for mal lapidada pode perder completamente o seu valor.
Muitos se perguntam. O que significa uma marca 925 quando estampada em joias?
Como muitas marcações de joias, o selo 925 é algo que pode ser considerado misterioso por quem não faz parte do meio joalheiro.
Embora a resposta seja simples, a história por trás dela é muito mais fascinante.
Se você está curioso, então continue lendo. Responderemos à pergunta – o que significa uma marca 925 quando estampada em joias? Então daremos a você uma análise da história por trás da marca 925.
Então, o que significa a marca 925 estampada em joias?
O selo 925 indica que a joia que você está segurando foi criada com prata esterlina.
Prata esterlina é uma liga feita de 92,5% de prata verdadeira, com o restante do metal sendo composto de metais básicos como cobre.
A razão por trás dessa liga é que ela é muito mais dura do que os 99,9% necessários para a prata “fina”, o que a torna melhor para objetos práticos. Joias também podem se beneficiar, particularmente anéis e pulseiras que são mais frequentemente expostos a amassados ou arranhões do que pingentes ou brincos.
A grande maioria da prata esterlina contém cobre como material de liga. Dito isso, há muitos outros aditivos que são usados, mas ainda atendem ao padrão esterlina.
Ainda assim, na maioria dos casos, o selo 925 indica que o que você está segurando é 92,5% de prata e 7,5% de cobre em peso. Para que uma prata seja classificada como prata esterlina, ela deve atingir pelo menos 92,5 de pureza, também conhecida como 925. Então, como você pode ver: prata 925 é a mesma coisa que prata esterlina.
A prata esterlina permite um trabalho fácil, mantendo ao mesmo tempo a maior parte do brilho branco característico do metal precioso.
O que outros selos significam?
Na maioria das vezes, é relativamente fácil descobrir o significado de uma marca.
Embora muitas nações europeias tenham seus próprios selos, os números estão se tornando mais comuns para indicar pureza no interesse do comércio internacional.
Normalmente, você pode simplesmente adicionar um decimal de antemão para descobrir o que o selo numerado significa. Um selo 999 indicaria, por exemplo, que o metal era prata fina em vez de esterlina.
TABELA 1: O que significa uma marca 925 quando estampada em joias? Esta tabela mostra marcas comuns para prata, ouro, platina e paládio. As marcações podem ser diferentes, dependendo do país de origem da joia. Por exemplo, nos EUA, o ouro é normalmente estampado como 10K (ou 10kt), 14K, 18K ou 22K. As joias folheadas a ouro são comumente estampadas como GP, GEP, RGP, HGE ou HGP. A prata também pode ser estampada como STER, STR, SS ou Sterling.
Os padrões internacionais para prata variam muito e muitas peças são vendidas sem marca.
É uma boa ideia certificar-se de que você sabe o que está comprando, pois a prata de algumas áreas é notoriamente impura . A prata alemã, por exemplo, tem apenas 80% de prata. A prata egípcia, talvez o exemplo mais notável de quase fraude, só precisa ter 60% de prata.
Às vezes, os fabricantes de joias tentam contornar os padrões não carimbando metais em países onde isso não é obrigatório e apenas indicam a origem do metal em vez da pureza real.
Cuidado com joias de prata que não são carimbadas! A ausência de uma marca de finura não atestada significa que os metais não são identificados. Frequentemente, esse produto pega um metal base barato e o cobre com uma fina camada de prata. Familia Muda
A maneira mais rápida de identificar prata esterlina é procurar por uma marca ou carimbo, chamada de “marca de finura”. A finura de um objeto de metal precioso (como prata) representa o peso do metal fino nele contido. A prata esterlina certificada será carimbada ou marcada com a palavra “sterling” ou “925”.
Você pode frequentemente encontrar marcas alternativas como “STG”, “SS” ou “STER”. Embora mais raras, se provavelmente usadas, também são notações autênticas de prata esterlina. Além disso, joias britânicas mais antigas de meados do século XIX até meados da década de 1970 podem ter uma marca padrão Lion Passat voltada para a frente. Isso também representa prata. Veja o gráfico acima.
Como consumidor, é seu trabalho garantir que você está recebendo o que pagou. O comércio de metais preciosos está cheio de fraudes até hoje, mas um cliente esperto pode se virar sem ser enganado nesse meio tempo.
Teste de Prata 925Teste de Prata 925
Se não houver selos de prata na joia, isso pode indicar que a joia é folheada. Pode ser melhor testar tal peça.
Os joalheiros fazem esses testes aplicando ácido a um pedaço muito pequeno de material retirado da joia. A prata é um metal precioso e sua autenticidade deve ser verificada.
Um teste de ácido nítrico é normalmente usado para verificar se a prata é pura ou banhada. Para fazer isso, os joalheiros lixam uma pequena parte do item em uma área discreta onde não pode ser vista. O joalheiro então aplica algumas gotas de ácido nítrico. Se a área ficar branca cremosa, a prata é pura ou esterlina. Se verde, provavelmente é falsa ou banhada a prata.Se não houver selos de prata na joia, isso pode indicar que a joia é folheada. Pode ser melhor testar tal peça.
Os joalheiros fazem esses testes aplicando ácido a um pedaço muito pequeno de material retirado da joia. A prata é um metal precioso e sua autenticidade deve ser verificada.
Um teste de ácido nítrico é normalmente usado para verificar se a prata é pura ou banhada. Para fazer isso, os joalheiros lixam uma pequena parte do item em uma área discreta onde não pode ser vista. O joalheiro então aplica algumas gotas de ácido nítrico. Se a área ficar branca cremosa, a prata é pura ou esterlina. Se verde, provavelmente é falsa ou banhada a prata.
A História dos Metais Estampados
Os EUA adotaram o padrão da libra esterlina na década de 1860. Ao contrário das marcas intrincadas usadas na Europa, a maioria dos itens que atendiam ao padrão da libra esterlina eram simplesmente marcados como “STERLING”.
De longe, a grande maioria dos itens qualificados feitos nos EUA entre 1860 e 1970, especialmente itens feitos antes de 1940, são marcados como “STERLING” ou “STERLING SILVER”. Muitas marcas vintage, mas longe de todas, incluem o nome do fabricante. É muito raro encontrar a marca 925 usada em anéis de prata ou outras joias durante esse período.
Como regra geral, praticamente todas as joias dos EUA e a maioria das joias internacionais marcadas com 925 são modernas.
Em 1973, a Comunidade Europeia (CE) concordou em reconhecer 925/1000 como o padrão oficial da prata esterlina e 925 como a marca padrão oficial.
Quando a marca 925 foi usada pela primeira vez nos EUA? A resposta é que a marca padrão 925 se tornou a convenção internacional em expressão milesimal (ou seja, 925/1000) em 1976, quando foi acordada em conjunto pela Europa, Inglaterra e Estados Unidos. Na prática, o uso comum da marca 925 começou nos EUA na década de 1970.
FOTO 1: Um anel moderno 925 com carimbo de marca padrão 925 visto no canto superior direito da faixa interna. LUX é a marca do fabricante ou marca do patrocinador da Luxuria da Nova Zelândia. A marca padrão 925 se tornou a convenção internacional em expressão milésima (ou seja, 925/1000) em 1976, quando foi acordada em conjunto pela Europa, Inglaterra e Estados Unidos. [FONTE: Luxuria Diamonds]
Quais países têm um Sistema de Marcas?
Um contraste é uma marca oficial ou uma série de marcas cunhadas em itens feitos de metal. O propósito é certificar o conteúdo de metal precioso. Metais preciosos incluem platina, ouro, prata e, em algumas nações, paládio.
Muitos países, incluindo os EUA, não têm um sistema oficial de marcação. Além disso, as marcações de um país podem variar drasticamente de outro.
Em muitos lugares, especialmente na Europa, é necessário que o fabricante registre sua marca em um escritório de marcação ou análise para que ela possa ser rastreada.
Na maioria dos países europeus, incluindo França e Grã-Bretanha, um item não é legal para venda sem uma marca registrada. A Alemanha não tem marca registrada, mas é a exceção.
Alguns países, como Áustria e Noruega, têm marcação opcional. A Itália não exige marcação, mas tem um registro melhor do fabricante, um número específico, então o que você vê como uma marca italiana foi colocada lá pelo fabricante. É um pouco mais formal do que qualquer outra marcação voluntária do fabricante.
O que significam outros símbolos estampados em um anel 925?
Além de levantar a questão do que significa uma marca 925 quando estampada em joias – somos frequentemente questionados sobre outros selos de anéis 925? O que significam outros símbolos estampados em joias?
Além do carimbo de joalheria 925, o outro carimbo-chave é a marca do fabricante. A marca do fabricante é o carimbo que representa o joalheiro, fabricante ou marca que fez o anel.
A marca do fabricante é um selo exclusivo colocado em joias para identificar quem as fez. A marca, às vezes chamada de marca do patrocinador, também garante a autenticidade do fabricante.
FOTO 2: O que outros símbolos estampados em joias significam? Alguns exemplos de marcas de fabricantes. Do canto superior esquerdo no sentido horário. GDJ dentro de um símbolo de diamante representa a Grieve Diamond Jewellers de Hastings, NZ. O R circulado representa a Regal Castings Ltd de Auckland, NZ. O círculo com um símbolo de chapéu representava a joalheria AJ Sweeney, agora de propriedade da James Pascoe Ltd da NZ. As maiúsculas MB unidas representam a Mark Beckett Diamonds de Auckland, Nova Zelândia [Fonte: JWNZ]
As marcas ou carimbos do fabricante são normalmente compostos pelas iniciais do fabricante, geralmente duas ou três letras. No entanto, eles também podem ser um logotipo, nome de marca ou algum outro símbolo representativo exclusivo. Identificar essa marca é muito importante e uma etapa fundamental para determinar a procedência e o valor.
Você tem um anel 925 ou um selo de joia que não consegue identificar?
Na seção de comentários abaixo, respondemos a muitas perguntas sobre vários selos de anéis 925.
FOTO 3: Várias marcas comuns de fabricantes dos EUA 925. Do canto superior esquerdo no sentido horário; a joia assinada NVC pertence a um fabricante que foi encomendado pela AVON Products Inc. de Nova York. A joia assinada IBB é feita para a International Bullion and Metal Brokers (USA) Inc., da Flórida. A joia assinada ae 925 ou aeo foi feita para a American Eagle do Novo México. Veja nossa seção de comentários abaixo para mais detalhes sobre essas e outras marcas de fabricantes 925.
Prata 925 Mark é uma boa escolha para anéis?
Absolutamente. A prata esterlina é um dos melhores materiais disponíveis quando se trata de construção de anéis. Ela tem uma sensação tradicional de metal precioso, mas permanece dura o suficiente para que você não precise se preocupar em danificá-la no uso normal.
Prata esterlina ainda é um padrão em joias, poucas peças são feitas com prata fina, já que ela é muito macia. As que são feitas de prata fina são geralmente peças finas feitas como pingentes ou brincos.
É duradouro, resistente a manchas e fácil de limpar no caso de ficar antigo. Há uma razão para o padrão esterlina existir: exceto pela pureza, é superior em quase todos os aspectos à prata fina.
Procurando um anel 925 ou um anel de noivado barato?
Agora que você conhece a origem do selo 925 e o que ele significa para o metal envolvido, provavelmente se sente um pouco mais confiante em sua capacidade de selecionar prata.
Muitas pessoas estão optando por prata esterlina como metal base para anéis atualmente. Anéis 925, por exemplo, são duros, duradouros e custam muito menos do que anéis de ouro. Nos últimos anos, anéis de noivado acessíveis têm se tornado cada vez mais procurados. Esses anéis de noivado baratos ainda usam metais preciosos como prata 925, mas frequentemente usam alternativas de diamante.
Em todo caso, esperamos ter respondido à pergunta: o que significa uma marca 925 quando estampada em joias? Armado com essas informações, resta apenas uma pergunta: como escolher o anel de prata esterlina certo para você ou para sua amada?
Bem, pode ser mais fácil do que você pensa. Por que não dar uma olhada em nossa loja?
Chen Kong Fang (Tung Cheng, China 1931 – São Paulo SP 2012)
Estuda sumiê e aquarela na China em 1945. Vem morar em São Paulo com a família em 1951, naturalizando-se brasileiro em 1961. Entre 1954 e 1956, estuda pintura com Yoshiya Takaoka (1909-1978) em São Paulo. Faz sua primeira exposição individual em 1959, no Clube dos Artistas Plásticos de São Paulo. Entre 1965 e 1967, tenta a linha abstracionista, que abandona para retornar ao figurativismo. Em 1972, leciona na Faculdade de Belas Artes de São Paulo. Viaja, em 1977, para a América do Norte, Europa e Ásia, onde desenvolve o seu trabalho de pintura. Em 1981, é realizado o curta metragem biográfico O Caminho de Fang, em São Paulo. Visita a China convidado pelo governo chinês em 1985, visitando locais de interesse artístico.
Críticas
“Depois do período de aprendizado (com Takaoka), Fang iniciou a procura de seu próprio caminho artístico. No desenho, e por bastante tempo, ele se deliciou com o assunto dos cavalos em movimento, que aprendeu com seu mestre. Mas na pintura logo surgiram tendências que o afastaram do mestre. Uma inclinação para o dramático, o sofrido, o largado. Mendigos, bêbados deitados dramaticamente nas calçadas das ruas, favelas, casario antigo, meio abandonado e arruinado, animais em situações estranhas são seus assuntos prediletos. Talvez um eco dos sofrimentos dramáticos da guerra, que sofreu em tão tenra idade na pátria de nascimento. Tendências claramente expressionistas, porém, ainda sem a liberdade das deformações expressivas e expressionistas. Ele se mantém, por enquanto, dentro dos limites do naturalismo. (…) Como ‘intermezzo’ em seu desenvolvimento, entrou a tentativa do abstracionismo. Pressionado pela moda da Pintura Abstrata que dominava o País, ele tentou, entre 1965 e 1967, tornar-se abstrato. Foram anos de sofrimento. O abstracionismo não estava em seu sangue. (…) A onda da nova figuração que invadiu o País libertou-o desses anos de sofrimento. Ele voltou aos seus temas figurativos e prediletos: casario, plantas, naturezas-mortas, paisagens, brinquedos de criança, etc. (…) Ele retomou os seus antigos temas figurativos prediletos (antes das tentativas abstratas) e desenvolveu, aos poucos e progressivamente, aquilo que chamamos de expressionismo oriental (…)”. Theon Spanudis COHN, Glaucia S. (org.); COHN, J. Peter (org.). Fang. São Paulo: Dan Galeria, 1984. 144p. il. p.b. color.
‘Peixes’ – Disponível no site (clique)
Exposições Individuais
1959 – São Paulo SP – Primeira individual, no Clube dos Artistas Plásticos de São Paulo
1961 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Ambiente
1962 – Salvador BA – Individual, na Biblioteca Pública de Salvador
1978 – Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Cosme Velho
1978 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Academus
1981 – São Paulo SP – Individual, na Dan Galeria
1985 – Schleswing (Alemanha) – Individual, na Galeria de Arte F. Konning
1990 – Lugana (Estados Unidos) – Intividual, no The International Museum of 20th Century Arts
1993 – São Paulo SP – Individual, na Dan Galeria
1994 – Americana SP – Individual, no MAC de Americana
2005 – São Paulo SP – Individual, no Cultural Blue Life
Exposições Coletivas
1957 – Rio de Janeiro RJ – 6º Salão Nacional de Arte Moderna
1960 – São Paulo SP – 25º Salão Paulista de Belas Artes, na Galeria Prestes Maia
1961 – São Paulo SP – 26º Salão Paulista de Belas Artes
1962 – São Paulo SP – 27º Salão Paulista de Belas Artes
1964 – Brasília DF – Salão de Arte Moderna do Distrito Federal
1965 – São Paulo SP – 14º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia
1966 – São Paulo SP – 15º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia
1967 – São Paulo SP – 32º Salão Paulista de Belas Artes
1968 – São Paulo SP – 12º Salão do Grupo Seibi de Artistas Plásticos, na Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social
1968 – Piracicaba SP – Salão de Belas Artes de Piracicaba
1968 – Santo André SP – Salão de Arte Contemporânea de Santo André, no Paço Municipal
1969 – São Paulo SP – 2º Salão de Paisagem Paulista
1969 – São Paulo SP – 13º Salão do Grupo Seibi de Artistas Plásticos – Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social
1969 – São Paulo SP – 1º Salão Paulista de Arte Contemporânea, no Museu de Arte de São Paulo
1976 – São Paulo SP – Coletiva, no Museu de Arte de São Paulo
1978 – São Paulo SP – Construtivistas e Figurativos da Coleção Theon Spanudis, no Centor de Artes Porto Seguro
1978 – Penápolis SP – 3º Salão de Artes Plásticas do Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis
1979 – São Paulo SP – Coleção Theon Spanudis, no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo
1979 – São Paulo SP – Exposição de Belas Artes Brasil – Japão
1979 – São Paulo SP – 11º Panorama de Arte Atual Brasileira, no Museu de Arte Moderna
1979 – Atami Japão – 4ª Exposição de Belas Artes Brasil – Japão
1981 – São Paulo SP – Arte Transcendente, no Museu de Arte Moderna
1984 – Curitiba PR – Simões de Assis Galeria de Arte : Mostra Inaugural, na Simões de Assis Galeria de Arte
1985 – São Paulo SP – 100 Obras Itaú, no Museu de Arte de São Paulo
1985 – São Paulo SP – As Mães e a Flor na Visão de 33 Pintores, na Ranulpho Galeria de Arte
1985 – Penápolis SP – 6º Salão de Artes Plásticas do Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis
1986 – São Paulo SP – Antonio Maia, Fang, Inos Corradin, Rapoport e Wakabayashi, na Ranulpho Galeria de Arte
1987 – São Paulo SP – 18 Contemporâneos, na Dan Galeria
1987 – São Paulo SP – 20ª Exposição de Arte Contemporânea, na Chapel Art Show
1987 – São Paulo SP – Primavera, na Liberdade Garô Galeria de Arte
1988 – São Paulo SP – 15 Anos de Exposição de Belas Artes Brasil – Japão, na Fundação Mokiti Okada M.O.A
1988 – São Paulo SP – 21ª Chapel Art Show, na Chapel Art Show
1988 – São Paulo SP – Cinco Expressões da Arte Brasileira, no Espaço Cultural do Banco Central do Brasil
1989 – São Paulo SP – 22ª Chapel Art Show
1989 – São Paulo SP – Trinta e Três Maneiras de Ver o Mundo, na Ranulpho Galeria de Arte
1990 – São Paulo SP – Frutas, Flores e Cores, na Ranulpho Galeria de Arte
1990 – São Paulo SP – Gatos Pintados, an Ranulpho Galeria de Arte
1990 – São Paulo SP – 6º Salão Brasileiro de Arte, Fundação Mokiti Okada M.O.A
1991 – São Paulo SP – A Música na Pintura, na Ranulpho Galeria de Arte
1991 – São Paulo SP – Chico e os Bichos, na Ranulpho Galeria de Arte
1991 – São Paulo SP – 20º Salão Bunkyo, na Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social
1992 – São Paulo SP – 7º Salão Brasileiro de Arte, na Fundação Mokiti Okada M.O.A
1993 – São Paulo SP – Obras para Ilustração do Suplemento Literário: 1956 – 1967, no Museu de Arte Moderna
1994 – São Paulo SP – Bandeiras: 60 artistas homenageiam os 60 anos da USP, no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo
1995 – São Paulo SP – Brasil-Japão, na Fundação Mokiti Okada M.O.A.
1995 – Curitiba PR – Coletiva, na Waldir Assis Art Galery
1995 – Nigata Japão – Exposição dos Pintores Nipo-Brasileiros Contemporâneos, na The Niigata Prefectual Museum of Modern Art
1995 – Tokushima Japão – Exposição dos Pintores Nipo-Brasileiros Contemporâneos, no Centro Cultural de Tokushima
1996 – São Paulo SP – Bandeiras, na Galeria de Arte do Sesi
1996 – São Paulo SP – Exposição dos Pintores Nipo-Brasileiros Contemporâneos, no Museu de Arte de São Paulo
1996 – São Paulo SP – Mostra do Acervo, no Sudameris Galleria
1996 – Gifu Japão – Exposição dos Pintores Nipo-Brasileiros Contemporâneos, no The Museum of Fine Art Gigu
1996 – Tóquio Japão – Exposição dos Pintores Nipo-Brasileiros Contemporâneos, na Azabu Art Museum
1997 – São Paulo SP – Hélio Siqueira e Fang, no Museu Banespa
1997 – Jacareí SP – Exposição dos Pintores Nipo-Brasileiros Contemporâneos, na Oficina de Artes Santa Helena
1998 – São Paulo SP – Impressões: a arte da gravura brasileira, no Espaço Cultural Banespa Paulista
2004 – São Paulo SP – 22º Exposição de Artistas Contemporâneos, no Esporte Clube Sírio
2004 – São Paulo SP – Obra em Processo. Olhar Impertinente, no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo
2006 – São Paulo SP – 2º Golf in Art, no Cultural Blue Life
2007 – Americana SP – …limites…, em Casa da Cultural de Hermann Müller
2009 – São Paulo SP – 40º Chapel Art Show, na Escola Maria Imaculada – Chapel School
2010 – São Paulo SP – 41º Chapel Art Show, na Escola Maria Imaculada – Chapel School
Pintor, gravador, cenógrafo, dramaturgo, poeta, ator e cantor. Tito de Alencastro (1934: Rio de Janeiro, RJ – 1999: São Paulo, SP). Formou-se em museologia, pelo Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro.
Nome: Tito de Alencastro
Nasceu: Rio de Janeiro, RJ (05/07/1934)
Faleceu: São Paulo, SP (17/08/1999)
‘Cavalinho’ – Disponível no site (clique)
Cronologia
1956-58 – Frequentou a Escola Nacional de Belas Artes, da mesma cidade.
1961 – Radicou-se em São Paulo, dando início a uma longa carreira como artista plástico.
1979 – Pintou os painéis O Trabalho e o Lazer e Os imigrantes. Realizou, entre outras, as seguintes exposições individuais: 1966 – Galeria Seta, São Paulo, SP.
1967 – Galeria Décor, Rio de Janeiro, RJ.
1973 – Galeria Artes e etc., São Paulo, SP.
1978 – Galeria Macunaíma, Rio de Janeiro, RJ.
1981 – Galeria Arqtis, Uberlândia, MG.
1985 – Galeria Grifo, São Paulo, SP.
1995 – Tito de Alencastro: Exposição Comemorativa de 40 Anos de Pintura, Caribé Escritório de Arte, São Paulo, SP. Participou, também, de diversas mostras coletivas, como as que se seguem:
Francisco José Maringelli frequentou curso livre do ateliê de pintura e gravura do Museu Lasar Seqall, entre 1980 e 1981. Gradua-se pela Escola de Comunicações e Artes (ECA/USP) em 1984 e pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo FAU/USP, em 1989, ambas da Universidade de São Paulo. Ministra oficina de gravura no Museu da Gravura de Curitiba, em 1985, e na Oficina Cultural Oswald de Andrade, em São Paulo, em 1989 e 1996. Participa do projeto Oficinas Culturais de Bairros entre 1990 e 1991. Em 1994, recebe Bolsa Vitae para desenvolvimento do projeto Grandes Formatos na Gravura em Relevo. Entre 1995 e 1999, ministra cursos de pintura e desenho na Fundação Cultural Cassiano Ricardo, em São José dos Campos. Realiza curso de gravura em relevo no Centro Universitário Maria Antônia/USP (Ceuma), em 1999-2000.
Exposições Individuais
1985 – Curitiba PR – A Gravura em Relevo, no Museu da Gravura 1986 – Florianópolis SC – Imagus, na Galeria da Cultura de Florianópolis/Masc
1991 – Brasília DF – Francisco Maringelli, na Itaú Galeria
1992 – Penápolis SP – Francisco Maringelli, na Galeria Itaú Cultural
1993 – Curitiba PR – Máscaras e Máculas, no Museu da Gravura
1994 – Campos do Jordão SP – Gravuras, na Casa da Xilogravura de Campos do Jordão
1995 – Curitiba PR e São Paulo SP – Grandes Formatos na Gravura em Relevo, no Museu da Gravura e no CCSP
1995 – São Paulo SP – Demogorgon: xilos, linos e desenhos, na Galeria da Consolação
1997 – Londrina PR – Luzes e Sombras: xilos e linos, na Sala José Antônio Teodoro, Secretaria Municipal de Cultura
1999 – Milão (Itália) – Mostra Segni di Legno, na Apollo Galleria
Obra disponível no site – CLIQUE
Exposições Coletivas
1982 – Santo André SP – 10º Salão de Arte Contemporânea de Santo André, no Paço Municipal 1982 – Santos SP – 9º Salão de Arte Jovem de Santos
1983 – São Paulo SP – Interiores, na Biblioteca Municipal Mário de Andrade 1984 – Curitiba PR – 6ª Mostra de Gravura Cidade de Curitiba, no Museu da Gravura
1984 – Curitiba PR – Mostra da Gravura Cidade de Curitiba (6. : 1984 : Curitiba, PR)
1984 – Santo André SP – 12º Salão de Arte Contemporânea de Santo André, no Paço Municipal 1984 – São Paulo SP – 1º Prêmio Blue Life de Artes Plásticas, na Blue Life Galeria de Arte
1985 – Campinas SP – 12º Salão de Arte Contemporânea de Campinas
1985 – Ribeirão Preto SP – 10º Salão de Arte de Ribeirão Preto
1985 – Santos SP – 12º Salão de Arte Jovem de Santos
1986 – Curitiba PR – 43º Salão Paranaense, no MAC/PR
1986 – Curitiba PR – 7ª Mostra de Gravura Cidade de Curitiba, na Casa da Gravura Solar do Barão
1986 – Ribeirão Preto SP – 11º Salão de Arte de Ribeirão Preto
1986 – Santos SP – 13º Salão de Arte Jovem de Santos
1986 – Santos SP – 13º Salão de Arte Jovem de Santos – premiado
1987 – Curitiba PR – 44º Salão Paranaense, no MAC/PR
1987 – Santos SP – 14º Salão de Arte Jovem de Santos
1987 – São Paulo SP – Coletiva, no Espaço Cultural Cásper Líbero
1987 – São Paulo SP – Incisões, no Paço das Artes
1988 – Curitiba PR – 8ª Mostra de Gravura Cidade de Curitiba, na Casa da Gravura Solar do Barão – prêmio aquisição
1988 – San Juan (Porto Rico) – 8ª Bienal de San Juan del Grabado latino-americano y del Caribe
1988 – Santo André SP – 16º Salão de Arte Contemporânea de Santo André, no Paço Municipal
1988 – São Paulo SP – 4º Uniart, na Faculdade Santa Marcelina – premiado
1988 – São Paulo SP – Coletiva, no Espaço Cultural Cásper Líbero
1989 – Curitiba PR – Coletiva, na Museu da Gravura
1990 – Curitiba PR – 9ª Mostra de Gravura Cidade de Curitiba, no Museu da Gravura
1990 – Ribeirão Preto SP – 15º Salão de Arte de Ribeirão Preto – premiado
1990 – São Paulo SP – 4, no Espaço da Cultura
1991 – Santos SP – 3ª Bienal Nacional de Santos: artes plásticas, no Centro de Cultura Patrícia Galvão
1991 – São Paulo SP – Coletiva, no Espaço Cultural Cásper Líbero
1992 – Curitiba PR – 10ª Mostra de Gravura Cidade de Curitiba, no Museu da Gravura – premiado
1992 – Curitiba PR – Destaque das Mostras de Gravura Cidade de Curitiba, no Museu da Gravura
1992 – Penápolis SP – Signo da Órbita Cardeal n.º 1663, no Itaú Cultural
1992 – Ribeirão Preto SP – 17º Salão de Arte de Ribeirão Preto
1992 – São Paulo SP – Coletiva, no Espaço Cultural Cásper Líbero
1992 – São Paulo SP – Destaque das Mostras de Gravura Cidade de Curitiba, no MAC/USP
1993 – Curitiba PR – Ateliê Experimental Francesc Domingo, no Museu da Gravura
1993 – Maastricht (Holanda) – The First International Biennial Maastricht
1993 – Ribeirão Preto SP – 18º Salão de Arte de Ribeirão Preto
1993 – San Juan (Porto Rico) – 10ª Bienal de San Juan del Grabado latino-americano y del Caribe
1993 – Santa Maria RS – 4º Salão Latino-Americano de Artes Plásticas de Santa Maria
1993 – Santos SP – 4ª Bienal Nacional de Santos, no Centro de Cultura Patrícia Galvão, na Casa de Câmara e Cadeia, na Pinacoteca Benedito Calixto e no Sesi Santos
1993 – São Paulo SP – Brasil: pequenos formatos, poucas palavras, na Documenta Galeria de Arte
1994 – Belgrado (Iugoslávia) – 2nd International Mini Print Exhibition
1994 – Brasília DF – 1ª Revisão da Gravura Paulista, Ateliê Francesc Domingo, na Galeria Rubem Valentim
1994 – Cidade do México (México) – 9ª Bienal Iberoamericana de Arte, no Museu del Palácio de Bellas Artes de la Ciudad de México
O pintor e gravador Pellegatta nasceu em Busto Arsizio, na Itália, em 1925.
Chegou à cidade de Santos, no litoral de São Paulo, em 1927. Estudou desenho na Associação Paulista de Belas Artes, em 1953, em São Paulo.
Seu trabalho passou a ser caracterizado pelo casario colonial e temas sacros, onde o ser humano é apresentado sempre de modo idealizado, na figura de ternas madonas, santos, coroinhas ou cavaleiros.
Em 1965 protagonizou sua primeira individual, na Galeria Carraro, em Porto Alegre (RS). Em 1974, foi para a Europa, onde visitou cidades interioranas da Itália e de outros países.
Dentre as principais coletivas de que participou, estão o 1o Salão Nacional de Belas Artes (Rio de Janeiro, RJ, 1971, premiado com a medalha de bronze) o Salão Paulista de Belas Artes (diversas edições entre 1958 e 1977). Últimas mostras: Paisagem Paulista, no Masp, São Paulo, SP (1978); Salão Benedito Calixto (Itanhaém, SP, 1984); Coletiva, no Centro Cultural Brasil-Estados Unidos (Santos, SP, 1986); Coletiva, na Galeria de Arte Paranapuã (São Vicente, SP, 1987).
fonte: Pró Arte
Ouro Preto – Disponível no site (clique)
Conhecido como mago dos pincéis, Omar Pellegatta foi um dos últimos pintores com o hábito de sair a campo em busca de paisagens e pessoas para registrar na tela. Acordava todo dia às 4h da manhã e seguia para o ateliê, de onde saía com cavalete, tela, pincéis e tintas à mão. A prática ao ar livre exige rapidez e precisão nas pinceladas, habilidade que aprendeu com os grandes professores ao apurar seu estilo. Em seus passeios, muitas vezes acompanhado de um de seus mestres, Yoshiya Takaoka, se encantou com a arquitetura colonial em Ouro Preto. E se com Takaoka desenvolveu fino senso de disciplina, com Durval Pereira ganhou a ânsia de produzir. Pellegatta retratou diversas ruas e fachadas dos antigos casarios em várias cidades históricas, de Ouro Preto a Santos (onde se fixou em 1927).
Aborda também temas sacros, representando figuras idealizadas: o “ideal do ser humano” presente em suas madonas, cavaleiros e santos. Em sua última fase, traz cores mais marcantes e alegres – menos etéreas – para suas pinturas.
José Moraes (Rio de Janeiro RJ 1921 – São Paulo SP 2003)
Pintor, escultor, gravador e ilustrador.
Forma-se em pintura em 1941 pela Escola Nacional de Belas Artes – Enba, no Rio de Janeiro. Paralelamente aos estudos universitários, tem aulas de pintura com Quirino Campofiorito (1902-1993). Em 1942, torna-se assistente de Candido Portinari (1903-1962), em Brodosqui, e, em 1945, trabalha com Portinari na execução do painel da capela de São Francisco de Assis, do arquiteto Oscar Niemeyer (1907 – 2012), em Belo Horizonte. No mesmo ano, apresenta sua primeira individual, no Instituto dos Arquitetos do Brasil – IAB/RJ, no Rio de Janeiro. É premiado, nos anos 1940, em quatro edições do Salão Nacional de Belas Artes – SNBA. Com o prêmio viagem ao exterior, recebido no 55º Salão Nacional de Belas Artes de 1949, viaja para Itália, onde permenece de 1950 a 1951 estudando pintura mural. De volta ao Rio de Janeiro, dedica-se à execução de mosaicos e afrescos até 1958, quando muda-se para São Paulo. Em 1967, torna-se professor na Fundação Armando Álvares Penteado – Faap. Em 1971 aperfeiçoa-se em serigrafia com Michel Caza, em Paris, para onde retorna em outras três ocasiões, com a mesma finalidade. Faz também estágios em litografia com Michel Potier, na École de Beaux-Arts, Paris, e com Eugène Shenker, no Centre de Gravure Contemporaine, Genebra.
Disponível no site (clique)
Críticas
“José Moraes sempre procurou fundamentar o seu trabalho com bases sólidas, e enfrentar, desde o início da década de 40, as contradições comuns à maioria dos artistas brasileiros. Procurou a ponte entre a tradição pictórica européia e o nosso presente aqui. Escolheu a figuração como ponto de partida, e se manteve fiel à ela até hoje, apesar de Ter sido exposto à toda informação referente aos principais movimentos das últimas décadas”. M. Babinski (1977) MORAES, José. José Moraes. São Paulo: Galeria de Arte André, 1983.
“… É necessário ressaltar, porém, que o vigor de sua obra está presente em todas as séries que perseguiu com domínio resoluto. Em seus quadros estão técnicas, cores e, especialmente, aquele ‘it’ de quem vai decidido para o cavalete criar uma obra de arte. Aqui não se trata de meditar a luta (que não existe) entre o figurativismo e o abstracionismo. Prevalece a arte, a boa realização, o que é de fato válido”. Ivo Zanini ZANINI, Ivo. Folha de S. Paulo, São Paulo, 1979. In: MORAES, José. José Moraes. São Paulo: Galeria de Arte André, 1983.
“Do ponto de vista temático, José Moraes (que se manteve sempre fiel ao Figurativismo de sua mocidade no Rio de Janeiro) praticou a paisagem, a figura (inclusive retratos), composições e naturezas-mortas. Fortemente influenciado no início (…) por Cândido Portinari, sofreu também o impacto da arte de Lasar Segall, por ocasião da exposição desse no Museu Nacional de Belas Artes, em 1943, em que apreciava sobretudo a articulação das formas, obtida através de elaboradas modulações de cor, e a sofrida temática social. Influência a pairar sobre todas as demais foi porém a de Cézanne, já visível na série de nus de 1943, e que se acentua por volta de 1945. Uma de suas pinturas mais admiráveis chama-se inclusive Homenagem a Cézanne, é de 1945 e entremostra um canto de ateliê, com maçãs envelopadas num característico espaço cezanniano, vendo-se à direita uma quina de cavalete e, por detrás dele, um retrato de Cézanne, e ao fundo a paisagem, por uma janela aberta. A nota cezanniana é ainda intensa na Paisagem de Bagé, de 1946, mesclando-se, para o fim da década, a um realismo crescente (Modelo Negra, 1949), e reaparecendo, atenuada embora, cerca de dez anos mais tarde (Paisagem de São Paulo, 1958). Finalmente, da década de 1960 em diante, o artista foi gradativamente articulando uma linguagem mais pessoal, sobretudo composições com objetos e nas numerosas Paisagens de Embu”. José Roberto Teixeira Leite LEITE, José Roberto Teixeira. Dicionário crítico da pintura no Brasil. Rio de Janeiro: Artlivre, 1988. p.332-333.
Depoimentos
“(…) Da semana de 22 e de Portinari só tive conhecimento nas aulas do mestre Campofiorito. Era algo desconhecido que surpreendeu. Deslumbramentos outros vieram e nesse mundo entrei ainda tímido e logo exageradamente participante. A grande exposição Portinari; a fantástica mostra de 100 anos de arte francesa e a ?descoberta? de Cezanne e com ela o sentido da pintura. A isso tudo se somou o conhecimento e a amizade, longa amizade, de Portinari. Portinari dizia que o prazer da pintura é quase visceral. Ele pintava assobiando de contente. (…) Tenho prazer do ato de pintar, no emocionar quem está do outro lado – o espectador – e no ensinar aos que querem saber”. José Moraes MORAES, José. José Moraes. São Paulo: Galeria de Arte André, 1983.
Acervos
Museum of Modern Art – MoMA – Nova York (Estados Unidos)
Exposições Individuais
1945 – Rio de Janeiro RJ – Individual, no IAB/RJ 1946 – Bagé RS – Individual 1946 – Pelotas RS – Individual 1947 – Rio de Janeiro RJ – Individual, no IAB/RJ 1948 – Porto Alegre RS – Individual, no Correio do Povo 1962 – São Paulo SP – Individual, no Antiquário Chico-Rei 1964 – Belo Horizonte MG – Individual, na Casa do Artista Plástico 1965 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Grupiara 1966 – Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Décor 1967 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Atrium 1969 – Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Décor 1970 – Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Décor 1970 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Cosme Velho 1970 – Uberlândia MG – Individual, na Galeria Arc 1972 – Uberlândia MG – Individual, na UFU 1973 – Rio de Janeiro RJ – Individual,na Galeria Delaparra 1974 – Campinas SP – Individual, na Galeria Girassol 1976 – Rio de Janeiro RJ – Individual,na Galeria Delaparra 1977 – Uberlândia MG – Individual, no Uberlândia Club 1978 – Uberlândia MG – Individual, no Departamento de Artes Plásticas da UFU – Funarte 1979 – Bagé RS – Individual, no Museu de Gravura Brasileira 1979 – São Paulo SP – 40 Anos Pintura – Desenho – Gravura, no MAM/SP 1980 – Porto Alegre RS – Individual, na Galeria Cambona 1981 – Cataguases MG – Individual Gal-Art 1982 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Alberto Bonfiglioli 1983 – São Paulo SP – Individual, na Galeria de Arte André 1984 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Alberto Bonfiglioli 1986 – Goiânia GO – Individual, na Oficina Galeria de Arte 1986 – São Paulo SP – Individual, na Tema Arte Contemporânea 1987 – Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Basílio 1987 – Uberlândia MG – Mais 10 Anos, na UFU 1988 – Porto Alegre RS – Individual, na Galeira Mosaico 1989 – Brasília DF – Individual, na Galeria de Arte Dreer 1990 – Lisboa (Portugal) – Aquarelas Íntimas, no Stelier 15 1991 – São Paulo SP – Individual, na Galeria de Arte André 1991 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Sesc Paulista 1992 – Porto Alegre RS – Individual, na Galeira Mosaico 1994 – São Paulo SP – Individual, na Galeria de Arte André 1995 – Brasília DF – Individual, no Cavalier Galeria de Arte 1995 – Vila Franca de Xira (Portugal) – Individual, no Museu de Alhandra 1996 – Porto Alegre RS – Individual, na Galeira Mosaico
Exposições Coletivas
1939 – Araraquara SP – 4º Salão de Araraquara 1939 – Rio de Janeiro RJ – Coletiva, no Hotel Palace 1940 – Araraquara SP – 5º Salão de Araraquara 1940 – Rio de Janeiro RJ – 46º Salão Nacional de Belas Artes, no MNBA – medalha de prata em pintura e menção honrosa em desenho 1940 – Rio de Janeiro RJ – Salão Preto e Branco, organizado pela Associação dos Artistas Brasileiros 1941 – Rio de Janeiro RJ – 47º Salão Nacional de Belas Artes, no MNBA – medalha de prata em pintura e desenho 1942 – Nova York (Estados Unidos) – Arte Latino-Americana 1942 – Rio de Janeiro RJ – 48º Salão Nacional de Belas-Artes, no MNBA 1942 – Rio de Janeiro RJ – Coletiva, na Enba 1942 – Rio de Janeiro RJ – Dissidentes da Enba, na sede da ABI 1943 – Londres (Inglaterra) – Arte Brasileira, na Royal Academy 1943 – Rio de Janeiro RJ – 49º Salão Nacional de Belas-Artes, no MNBA 1944 – Londres (Inglaterra) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Royal Academy of Arts 1944 – Norwich (Reino Unido) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, no Norwich Castle and Museum 1944 – Rio de Janeiro RJ – 50º Salão Nacional de Belas Artes, no MNBA – prêmio de viagem ao país 1944 – Belo Horizonte MG – Exposição de Arte Moderna, no Edifício Mariana 1945 – Bath (Reino Unido) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Victory Art Gallery 1945 – Bristol (Reino Unido) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, no Bristol City Museum & Art Gallery 1945 – Edimburgo (Reino Unido) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na National Gallery 1945 – Glasgow (Reino Unido) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Kelingrove Art Gallery 1945 – Manchester (Reino Unido) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings , na Manchester Art Gallery 1945 – Rio de Janeiro RJ – 51º Salão Nacional de Belas-Artes, no MNBA – prêmio viagem ao país 1946 – Rio de Janeiro RJ – 52º Salão Nacional de Belas-Artes, no MNBA 1947 – Rio de Janeiro RJ – 53º Salão Nacional de Belas-Artes, no MNBA 1948 – Rio de Janeiro RJ – 54º Salão Nacional de Belas-Artes, no MNBA 1949 – Rio de Janeiro RJ – 55º Salão Nacional de Belas-Artes – Prêmio de Viagem ao Estrangeiro 1949 – Rio de Janeiro RJ – Salão Municipal de Arte 1949 – Rio de Janeiro RJ – Salão Nacional de Belas Artes – prêmio de viagem à Europa 1950 – Gênova (Itália) – Coletiva 1952 – Rio de Janeiro RJ – 1º Salão Nacional de Arte Moderna 1952 – Rio de Janeiro RJ – Salão de Arte do Conjunto Sanatorial de Curicica 1953 – Rio de Janeiro RJ – 2º Salão Nacional de Arte Moderna 1954 – Rio de Janeiro RJ – 3º Salão Nacional de Arte Moderna, no Palácio da Cultura 1955 – Rio de Janeiro RJ – 4º Salão Nacional de Arte Moderna 1956 – Rio de Janeiro RJ – 5º Salão Nacional de Arte Moderna 1957 – Rio de Janeiro RJ – 6º Salão Nacional de Arte Moderna 1958 – Rio de Janeiro RJ – 7º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ 1958 – Rio de Janeiro RJ – Salão de Arte A Mãe e a Criança 1959 – Rio de Janeiro RJ – Salão Nacional de Arte Moderna 1969 – São Paulo SP – 11 Artistas, na Galeria Azulão 1969 – São Paulo SP – 1º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP 1970 – Porto Alegre RS – 25 Pinturas do Acervo do MAM, na UFRGS 1970 – São Paulo SP – 2º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP 1971 – Rio de Janeiro RJ – Coletiva, na Galeria Marte-21 1971 – Rio de Janeiro RJ – Desenho Brasileiro Através da Ilustração, na Galeria Delaparra 1973 – São Paulo SP – 5º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP 1975 – São Bernardo do Campo SP – Coletiva 1976 – São Paulo SP – 8º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP 1977 – São Paulo SP – 9º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP 1978 – São Paulo SP – 16ª Arte e Pensamento Ecológico, na Cetesb 1979 – Buenos Aires (Argentina) – Trienal Latinoamericana de Gravura 1979 – São Paulo SP – O Desenho como Instrumento, na Cooperativa de Artistas Plásticos 1980 – Penápolis SP – 4º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis – artista convidado 1980 – São Paulo SP – 6 de São Paulo, na Galeria Selection Arte 1983 – Rio de Janeiro RJ – 6º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ 1984 – São Paulo SP – Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal 1985 – Penápolis SP – 6º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis 1986 – Rio de Janeiro RJ – A Nova Flor de Abacate, Grupo Guignard-1943 e Os Dissidentes-1942, na Galeria de Arte Banerj 1987 – São Paulo SP – 20ª Exposição de Arte Contemporânea, na Chapel Art Show 1988 – Vitória ES – Dez Lustros: Deane, Moraes, Scliar, na Ana Terra Galeria de Arte 1989 – São Bernardo do Campo SP – Visões da Borda do Campo, na Marusan Galeria de Arte 1990 – Moscou (União Soviética, atual Rússia) – Coletiva de Serigrafias 1997 – São Paulo SP – Exposição Coletiva de Natal, na Galeria de Arte André 2001 – São Paulo SP – 4 Décadas, na Nova André Galeria 2001 – São Paulo SP – Museu de Arte Brasileira: 40 anos, no MAB/Faap 2002 – São Paulo SP – Paisagens do Imaginário, na Nova André Galeria
Exposições Póstumas
2004 – São Paulo SP – Novas Aquisições: 1995 – 2003, no MAB/Faap 2004 – São Paulo SP – Individual, na Nova André Galeria 2004 – Brasília DF – O Olhar Modernista de JK, no Ministério das Relações Exteriores. Palácio do Itamaraty
No Recife foi aluno de Vicente do Rego Monteiro, Lula Cardoso Ayres, Reynaldo Fonseca, etc. na escola de Belas Artes da Universidade de Pernambuco.
1º Prêmio de Pintura e 2º de Gravura do Salão do Estado em 1960.
Várias vezes premiado na Europa e, como artista plástico, realizou exposições individuais de pintura em Paris, Milão, Genebra, Lousane, Copenhage, Estocolmo, Roma, Veneza, Florença, Trieste, Munique, Düsseldorf e outras.
Participou das principais manifestações coletivas como: Bienal de Veneza, Bienal de São Paulo, Winter Ausstellung em Düsseldorf, Internationale Kunstmesse de Colonia e de Basilea, etc.
Realizou exposições em muitas cidades brasileiras e como teórico ministrou cursos de História da Arte Moderna na Universidade Federal de Uberlândia, Escola de Música e Belas Artes de Curitiba e Faculdades Integradas Estácio de Sá, Rio de Janeiro.
Norival Benedito Figueiredo nasceu em 14 de março de 1949. Reside em Capivari, SP. Concluiu mestrado em Artes na Unicamp – Campinas, SP (2004). Participou de várias exposições no Brasil e no exterior, como Estados Unidos, Itália, Alemanha, Iugoslávia, México, Uruguai e Chile.
Algumas exposições coletivas:
2004 – Fondazione Casa America – Gênova, Itália;
2003 – Pinacoteca Benedicto Calixto – Santos, SP;
2002 – Museu Casa de Portinari – Brodowski, SP;
2001 – SESC Piracicaba – I Bienal Nacional de Gravura – Olho Latino. Algumas exposições individuais:
2004 – Galeria de Arte UNICAMP/INSTITUTO DE ARTES – Campinas, SP;
2003 – Casa de Tarsila – Rafard, SP;
1994 – Galeria do Sol – São José dos Campos, SP.
Falconaria (dispon[ivel no site)
DADOS PESSOAIS Nome – Norival Benedito Figueiredo (Nori Figueiredo) Data de Nascimento – 14 de março de 1949 Residência: Rua Luis Raymundo de Góes, 196 – Capivari, SP, Brasil Telefone: (19) 3492-1190 Celular: (19) 9732-2837 e-mail: nori@norifigueiredo.com
FORMAÇÃO UNIVERSITÁRIA 2004 Unicamp, mestrando no Instituto de Artes 2001-2002 Faculdade Paulista de Artes 1984-1985 Faculdade de Artes Alcântara Machado 1970-1973 Faculdade de Filosofia da Universidade de São Paulo
ÁREAS DE INTERESSE História da Arte Teoria e Dinâmica das Cores Desenho Expressivo Gravura Produção Gráfica
ATIVIDADES DIDÁTICAS 2001/2004 Colégio Objetivo – Americana, SP – História da Arte 1998 Espaço Cultural Tarsila – Capivari, SP – Desenho e Gravura 1990 Oficina Cultural Oswald de Andrade – São Paulo, SP – Curso de Gravura 1987 Universidade de Brasília – Brasília, DF – Curso de Extensão em Gravura 1982 Museu de Arte Contemporânea de Campinas – Campinas, SP – Curso de Gravura 1980 Oficina de Artes Visuais – São Paulo, SP – Desenho e Gravura 1978 Associação Sambernardense de Belas Artes – São Bernardo, SP – Fotografia e Desenho1977 Biblioteca Municipal, – Salvador, BA – Cinema e Fotografia
ATIVIDADES DIVERSAS 2000 Direção de Arte Traviatta Produçõ es – São Paulo,SP 1999/2000 Editor de Arte da Editora EME – Capivari, SP 1998 Viagem como artista convidado para edições na LCA (London Comtemporany Art Original Prints) Londres – Inglaterra 1997 Direção de Arte nos estúdios da Maurício de Souza Produçõ es – São Paulo, SP 1996 Criação e direção do Espaço Cultural Tarsila – Capivari, SP 1986 Palestra “O Falso e o Verdadeiro” no MAM – São Paulo, SP 1978 Juri do IX SAPEV – São Bernardo do Campo, SP Juri do Prêmio Metalúrgico de Artes Plá sticas – Santos, SP 1975 Curadoria de exposição 35 Gravuras de Paulo Menten – Capivari, SP
ARTIGOS PUBLICADOS 2000 “Guyer Salles e seus signos gráficos”, in Gravura. A Arte Brasileira do século XX 1985 “Márcio Périgo, Da Intimidade com a gravura à gravura para intimidade”, in Revista Arte em Sã o Paulo – nº 31 1984 “Mario Fiori e Suas Figuras de Linguagem”, in Revista Arte em Sã o Paulo – nº 24 1975 “Gravura: Arte Técnica ou Meio de Reprodução”, in Revista Artis – nº 3
MURAIS 1983 Via Sacra Para a Igreja de São Bento – Itatiba, SP 1981 Via Sacra Para Igreja N.S. de Fátima – Capivari, SP 1981 Painéis para a capela de S. Francisco – Pompéia – São Paulo, SP 1980 Altar da Igreja N.S. de Fátima – São Paulo, SP 1979 Altar da Igreja N.S. de Fátima – Capivari, SP 1974 Teto da Igreja de São João Batista – Capivari, SP 8. EXPOSIÇÕES Principais Coletivas: 2004 Fondazione Casa America – Gênova, Itália 2003 Casa de Cultura Hermann Muller – Americana, SP 2003 Pinacoteca Benedicto Calixto – Santos, SP 2002 Museu Casa de Portinari – Brodowski, SP 2001 SESC Piracicaba – I Bienal Nacional de Gravura – Olho Latino 2000 Museu Banespa – São Paulo-SP – 80 Gravuras em Metal Itaú Cultural – São Paulo-SP – Investigações: A Gravura Brasileira 1999 Palácio Gustavo Capanema -Rio de Janeiro-RJ. -Mostra Rio Gravura 1998 Museu Banespa – São Paulo -SP. – Impressões- A arte da Gravura Brasileira 1996 Espaço Cultural Tarsila – Capivari, SP – Anglo e convidados Espaço Cultural Tarsila – Capivari, SP – Natal Tarsila 1995 Espaço Brasil – São Paulo, SP – A grá fica paulista 1994 Pinacoteca de São Paulo – São Paulo, SP – Gravuras, Sutilezas e Mistérios 1991 Museo Nacional de Bellas Artes – Santiago – Chile – Grabados de Artistas Brasileiros Contemporâ neos American Cultural Institute – Washington, DC – USA – Five Printmakers From Sã o Paulo CEF, Espaço Cultural, São Paulo, SP 1990 Museo de La Estampa – Cidade do México – México Intergrafik – Berlin – Alemanha 1989 Bienal de Lubliana – Iugoslávia Bienal de São Paulo – SP 1988 1º Encontro Internacional de Grabado de Montevideo – Uruguay 1982 MACC – Campinas, SP 1980 Oficina de Artes Visuais no STIMMES – Santos, SP 1979 Oficina de Artes Visuais no Corisco – São Paulo, SP 1976 Clube de Artistas e Amigos das Artes – São Paulo, SP 1975 IV Encontro Jundiaiense de Arte – Jundiaí, SP 1974 Salão de Arte Contemporânea de São Caetano do Sul – São Caetano do Sul, SP 1973 1ª Semana de Artes de Capivari – Capivari, SP 1971 XXXI Salão da Associação Paulista de Belas Artes – São Paulo, SP Principais Individuais: 2004 Galeria de Arte UNICAMP/INSTITUTO DE ARTES – Campinas, SP 2004 Casa da Cultura – Capivari, SP 2003 Casa de Tarsila – Rafard, SP 1994 Galeria do Sol – São José dos Campos, SP Sala Especial na 1ª Bienal de Gravura de São José dos Campos – São José dos Campos, SP Capivari Clube, Capivari, SP – Retratos e Auto-retratos. 1992 Pinacoteca Municipal de Amparo – Amparo, SP 1987 Projeto Espaço Gravura – São Paulo, SP 1986 Galeria Toki São Paulo, SP Galeria Spectrum – Londrina, SP 1972 Centro Operacional de Artes – São Paulo, SP
Pintor, desenhista, gravador, poeta, prosador, romancista, cordelista,declamador, compositor. Começou sua carreira artística como desenhista em 1962, e em 1963 lançado pelajornalista Radá Abramo na Galeria Ambiente
Em 1964 realiza comgrande sucesso de público e de crítica sua primeira Individual de desenhos epinturas na Galeria São Luiz da marchand Ana Maria Fiocca.
Guilherme de Faria foi descoberto também em 1964 pelo grande marchand italianoradicado em São Paulo, Giuseppe Baccaro que adquiriu um grande lote de suasprimeiras obras e as lançou nos prestigiosos leilões de sua Casa dos Leilões,introduzindo-o ainda muito jovem no mercado de arte de São Paulo.
Ainda nos anos 60 Guilherme realiza inúmeras ilustrações em desenho a nanquimpara o Suplemento Literário de O Estado de São Paulo, depois doadas por aquelejornal ao acervo do MAM de São Paulo.
Nos anos 70 Guilherme de Faria realizou diversas Exposições individuaisnotadamente na Galeria Cosme Velho, nos Jardins, em São Paulo, e retornou deOlinda onde morou por três anos a convite do marchand Giuseppe Baccaro, seuamigo, que lhe forneceu um grande ateliê numa casa colonial restaurada de trêsandares, na rua de são Bento (que depois da saída do pintor foi adquirida pelocantor e compositor Alceu Valença).
Naqueles anos 70 os desenhos de Guilherme foram largamente adquiridas peloscolecionadores Na prestigiosas Galeria Cosme Velho e Documenta, de São Paulo e nos leilões da Galeria Collectio, até a morte de seu fundadorJosé Paulo Domingues que aconteceu em meio a um grande escândalofinanceiro. As obras de Guilherme que estavam no acervo daquela galeriaforam parar nas coleções de grandes Brancos brasileiros, inclusive o BancoCentral onde permanecem e são eventualmente divulgadas (vide site no Google)
Voltando a residir em SãoPaulo em 1974 realiza uma grande Exposição Individual com 40 telas a óleo s/tela de sua fase pictórica que ele denominou “Fase Baconiana”(influência do pintor inglês Francis Bacon) na Galeria Arte Global, da redeGlobo de televisão, fase essa nascida em São Paulo e completada em Olinda. Essaexposição teve uma imensa divulgação de mídia pela televisão e jornais de SãoPaulo e obteve imenso sucesso de público e de crítica, tendo todas as obrassido adquiridas por grandes colecionadores.
Durante essa exposição Guilherme de Faria realizou sua primeira litografia encomendada pela Galeria Arte Global e realizada pelo artista no ateliê Glatt-Ymagos, de São Paulo, técnica a que o artista se dedicaria pelos próximos vinte anos até 1995, quando então encerrou essa fase de grande sucesso artístico e comercial, tendo publicado cerca de 1.000 imagens diversas, amaioria de figuras femininas (que o notabilizaram) sempre desenhadas por ele empedras da Bavária e com tiragem média de 150 exemplares, tendo sido portantonesse período 1974-1995, cerca 150.000 exemplares de litos assinadas, numeradase intituladas à lápis, a mão pelo artista, e que se esgotavam rapidamente nas edições feitas e comercializadas pela Glatt do editor Elsio Motta e sua filhaPatricia Motta.
A partir de 1995, Guilherme voltou a se dedicar à pintura a óleo s/ telanotadamente de “paisagens imaginárias” fase essa intitulada Imaginárias Brasileiras.
A herdeira da Glatt e programadora gráfica e curadora Patricia Motta realizou apartir de Julho de 2010 até Setembro, uma grande retrospectiva dessa faselitográfica de Guilherme de Faria intitulada OBRA GRÁFICA, na CAIXA CULTURAL,em São Paulo, Praça da Sé)
A partir de março de2018, Guilherme de Faria inaugurou uma inusitada e brilhante fase floral queele intitula “Naturezas Vivas Imaginárias” da qual fez uma bem-sucedida ExposiçãoIndividual, em novembro daquele ano na INN GALLERY, de São Paulo.
Obras deGuilherme de Faria se encontram no acervo de dois Museusimportantes de São Paulo: o MAM e a Pinacoteca do Estado.