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O que significa uma marca “925” quando estampada em um anel de prata?

Muitos se perguntam. O que significa uma marca 925 quando estampada em joias?

Como muitas marcações de joias, o selo 925 é algo que pode ser considerado misterioso por quem não faz parte do meio joalheiro.

Embora a resposta seja simples, a história por trás dela é muito mais fascinante.

Se você está curioso, então continue lendo. Responderemos à pergunta – o que significa uma marca 925 quando estampada em joias? Então daremos a você uma análise da história por trás da marca 925.

Então, o que significa a marca 925 estampada em joias?

O selo 925 indica que a  joia  que você está segurando foi criada com prata esterlina.

Prata esterlina é uma liga feita de 92,5% de prata verdadeira, com o restante do metal sendo composto de metais básicos como cobre.

A razão por trás dessa liga é que ela é muito mais dura do que os 99,9% necessários para a prata “fina”, o que a torna melhor para objetos práticos. Joias também podem se beneficiar, particularmente anéis e pulseiras que são mais frequentemente expostos a amassados ​​ou arranhões do que pingentes ou brincos.

A grande maioria da prata esterlina contém cobre como material de liga. Dito isso, há  muitos outros aditivos  que são usados, mas ainda atendem ao padrão esterlina.

Ainda assim, na maioria dos casos, o selo 925 indica que o que você está segurando é 92,5% de prata e 7,5% de cobre em peso. Para que uma prata seja classificada como prata esterlina, ela deve atingir pelo menos 92,5 de pureza, também conhecida como 925. Então, como você pode ver: prata 925 é a mesma coisa que prata esterlina.

A prata esterlina permite um trabalho fácil, mantendo ao mesmo tempo a maior parte do brilho branco característico do metal precioso.

O que outros selos significam?

Na maioria das vezes, é relativamente fácil descobrir o significado de uma marca.

Embora muitas nações europeias tenham seus próprios selos, os números estão se tornando mais comuns para indicar pureza no interesse do comércio internacional.

Normalmente, você pode simplesmente adicionar um decimal de antemão para descobrir o que o selo numerado significa. Um selo 999 indicaria, por exemplo, que o metal era prata fina em vez de esterlina.

TABELA 1: O que significa uma marca 925 quando estampada em joias? Esta tabela mostra marcas comuns para prata, ouro, platina e paládio. As marcações podem ser diferentes, dependendo do país de origem da joia. Por exemplo, nos EUA, o ouro é normalmente estampado como 10K (ou 10kt), 14K, 18K ou 22K. As joias folheadas a ouro são comumente estampadas como GP, GEP, RGP, HGE ou HGP. A prata também pode ser estampada como STER, STR, SS ou Sterling.

Os padrões internacionais para prata variam muito e muitas peças são vendidas sem marca.

É uma boa ideia certificar-se de que você sabe o que está comprando, pois a prata de algumas áreas é notoriamente impura . A prata alemã, por exemplo, tem apenas 80% de prata. A prata egípcia, talvez o exemplo mais notável de quase fraude, só precisa ter 60% de prata.

Às vezes, os fabricantes de joias tentam contornar os padrões não carimbando metais em países onde isso não é obrigatório e apenas indicam a origem do metal em vez da pureza real.

Cuidado com joias de prata que não são carimbadas! A ausência de uma marca de finura não atestada significa que os metais não são identificados. Frequentemente, esse produto pega um metal base barato e o cobre com uma fina camada de prata.
Familia Muda

A maneira mais rápida de identificar prata esterlina é procurar por uma marca ou carimbo, chamada de “marca de finura”. A finura de um objeto de metal precioso (como prata) representa o peso do metal fino nele contido. A prata esterlina certificada será carimbada ou marcada com a palavra “sterling” ou “925”.

Você pode frequentemente encontrar marcas alternativas como “STG”, “SS” ou “STER”. Embora mais raras, se provavelmente usadas, também são notações autênticas de prata esterlina. Além disso, joias britânicas mais antigas de meados do século XIX até meados da década de 1970 podem ter uma marca padrão Lion Passat voltada para a frente. Isso também representa prata. Veja o gráfico acima.

Como consumidor, é seu trabalho garantir que você está recebendo o que pagou. O comércio de metais preciosos está cheio de fraudes até hoje, mas um cliente esperto pode se virar sem ser enganado nesse meio tempo.

Teste de Prata 925Teste de Prata 925

Se não houver selos de prata na joia, isso pode indicar que a joia é folheada. Pode ser melhor testar tal peça.

Os joalheiros fazem esses testes aplicando ácido a um pedaço muito pequeno de material retirado da joia. A prata é um metal precioso e sua autenticidade deve ser verificada.

Um teste de ácido nítrico é normalmente usado para verificar se a prata é pura ou banhada. Para fazer isso, os joalheiros lixam uma pequena parte do item em uma área discreta onde não pode ser vista. O joalheiro então aplica algumas gotas de ácido nítrico. Se a área ficar branca cremosa, a prata é pura ou esterlina. Se verde, provavelmente é falsa ou banhada a prata.Se não houver selos de prata na joia, isso pode indicar que a joia é folheada. Pode ser melhor testar tal peça.

Os joalheiros fazem esses testes aplicando ácido a um pedaço muito pequeno de material retirado da joia. A prata é um metal precioso e sua autenticidade deve ser verificada.

Um teste de ácido nítrico é normalmente usado para verificar se a prata é pura ou banhada. Para fazer isso, os joalheiros lixam uma pequena parte do item em uma área discreta onde não pode ser vista. O joalheiro então aplica algumas gotas de ácido nítrico. Se a área ficar branca cremosa, a prata é pura ou esterlina. Se verde, provavelmente é falsa ou banhada a prata.

A História dos Metais Estampados

Os EUA adotaram o padrão da libra esterlina na década de 1860. Ao contrário das marcas intrincadas usadas na Europa, a maioria dos itens que atendiam ao padrão da libra esterlina eram simplesmente marcados como “STERLING”.

De longe, a grande maioria dos itens qualificados feitos nos EUA entre 1860 e 1970, especialmente itens feitos antes de 1940, são marcados como “STERLING” ou “STERLING SILVER”. Muitas marcas vintage, mas longe de todas, incluem o nome do fabricante. É muito raro encontrar a marca 925 usada em anéis de prata ou outras joias durante esse período.

Como regra geral, praticamente todas as joias dos EUA e a maioria das joias internacionais marcadas com 925 são modernas.

Em 1973, a Comunidade Europeia (CE) concordou em reconhecer 925/1000 como o padrão oficial da prata esterlina e 925 como a marca padrão oficial.

Quando a marca 925 foi usada pela primeira vez nos EUA? A resposta é que a marca padrão 925 se tornou a convenção internacional em expressão milesimal (ou seja, 925/1000) em 1976, quando foi acordada em conjunto pela Europa, Inglaterra e Estados Unidos. Na prática, o uso comum da marca 925 começou nos EUA na década de 1970.

FOTO 1: Um anel moderno 925 com carimbo de marca padrão 925 visto no canto superior direito da faixa interna. LUX é a marca do fabricante ou marca do patrocinador da Luxuria da Nova Zelândia. A marca padrão 925 se tornou a convenção internacional em expressão milésima (ou seja, 925/1000) em 1976, quando foi acordada em conjunto pela Europa, Inglaterra e Estados Unidos. [FONTE: Luxuria Diamonds]

Quais países têm um Sistema de Marcas?

Um contraste é uma marca oficial ou uma série de marcas cunhadas em itens feitos de metal. O propósito é certificar o conteúdo de metal precioso. Metais preciosos incluem platina, ouro, prata e, em algumas nações, paládio.

Muitos países, incluindo os EUA, não têm um sistema oficial de marcação. Além disso, as marcações de um país podem variar drasticamente de outro.

Em muitos lugares, especialmente na Europa, é necessário que o fabricante registre sua marca em um escritório de marcação ou análise para que ela possa ser rastreada.

Na maioria dos países europeus, incluindo França e Grã-Bretanha, um item não é legal para venda sem uma marca registrada. A Alemanha não tem marca registrada, mas é a exceção.

Alguns países, como Áustria e Noruega, têm marcação opcional. A Itália não exige marcação, mas tem um registro melhor do fabricante, um número específico, então o que você vê como uma marca italiana foi colocada lá pelo fabricante. É um pouco mais formal do que qualquer outra marcação voluntária do fabricante.

O que significam outros símbolos estampados em um anel 925?

Além de levantar a questão do que significa uma marca 925 quando estampada em joias – somos frequentemente questionados sobre outros selos de anéis 925? O que significam outros símbolos estampados em joias?

Além do carimbo de joalheria 925, o outro carimbo-chave é a marca do fabricante. A marca do fabricante é o carimbo que representa o joalheiro, fabricante ou marca que fez o anel.

A marca do fabricante é um selo exclusivo colocado em joias para identificar quem as fez. A marca, às vezes chamada de marca do patrocinador, também garante a autenticidade do fabricante.

FOTO 2: O que outros símbolos estampados em joias significam? Alguns exemplos de marcas de fabricantes. Do canto superior esquerdo no sentido horário. GDJ dentro de um símbolo de diamante representa a Grieve Diamond Jewellers de Hastings, NZ. O R circulado representa a Regal Castings Ltd de Auckland, NZ. O círculo com um símbolo de chapéu representava a joalheria AJ Sweeney, agora de propriedade da James Pascoe Ltd da NZ. As maiúsculas MB unidas representam a Mark Beckett Diamonds de Auckland, Nova Zelândia [Fonte: JWNZ]

As marcas ou carimbos do fabricante são normalmente compostos pelas iniciais do fabricante, geralmente duas ou três letras. No entanto, eles também podem ser um logotipo, nome de marca ou algum outro símbolo representativo exclusivo. Identificar essa marca é muito importante e uma etapa fundamental para determinar a procedência e o valor.

Você tem um anel 925 ou um selo de joia que não consegue identificar?

Na seção de comentários abaixo, respondemos a muitas perguntas sobre vários selos de anéis 925.

Exemplos incluem 925 NVC 7, 925 STE◇BEE, DA925, EDE 925, SO 925, 925AM, GP925, 925A, AE 925, 925 LA, A 925, SK 925, BY 925, IBB 925 INDO, 925 BEE, 9K 925 PT, ae 925, JL S925, N 925 CN, DI 925, 925 LA CN, bee 375, EA 925, 925 M dentro de um diamante, SAI © 925, MA 925, 925 1GZM JO, 925 CN D dentro de um quadrado, S925, 925 © SX, SX 925, 925 R CHINA, R lua crescente 925 ©, 925 JS, 925 C^A, 925 GD, 925 ( • ), 925 A ⅃ ©, 925 14k A/ ©, 925 pd em coração, iLu 925, FC 925, 925 F em estrela, 925 símbolo do infinito e mais marcas de joias.

FOTO 3: Várias marcas comuns de fabricantes dos EUA 925. Do canto superior esquerdo no sentido horário; a joia assinada NVC pertence a um fabricante que foi encomendado pela AVON Products Inc. de Nova York. A joia assinada IBB é feita para a International Bullion and Metal Brokers (USA) Inc., da Flórida. A joia assinada ae 925 ou aeo foi feita para a American Eagle do Novo México. Veja nossa seção de comentários abaixo para mais detalhes sobre essas e outras marcas de fabricantes 925.

Prata 925 Mark é uma boa escolha para anéis?

Absolutamente. A prata esterlina é um dos melhores materiais disponíveis quando se trata de construção de anéis. Ela tem uma sensação tradicional de metal precioso, mas permanece dura o suficiente para que você não precise se preocupar em danificá-la no uso normal.

Prata esterlina ainda é um padrão em joias, poucas peças são feitas com prata fina, já que ela é muito macia. As que são feitas de prata fina são geralmente peças finas feitas como pingentes ou brincos.

É duradouro, resistente a manchas e fácil de limpar no caso de ficar antigo. Há uma razão para o padrão esterlina existir: exceto pela pureza, é superior em quase todos os aspectos à prata fina.

Procurando um anel 925 ou um anel de noivado barato?

Agora que você conhece a origem do selo 925 e o que ele significa para o metal envolvido, provavelmente se sente um pouco mais confiante em sua capacidade de selecionar prata.

Muitas pessoas estão optando por prata esterlina como metal base para anéis atualmente. Anéis 925, por exemplo, são duros, duradouros e custam muito menos do que anéis de ouro. Nos últimos anos, anéis de noivado acessíveis têm se tornado cada vez mais procurados. Esses anéis de noivado baratos ainda usam metais preciosos como prata 925, mas frequentemente usam alternativas de diamante.

Em todo caso, esperamos ter respondido à pergunta: o que significa uma marca 925 quando estampada em joias? Armado com essas informações, resta apenas uma pergunta: como escolher o anel de prata esterlina certo para você ou para sua amada?

Bem, pode ser mais fácil do que você pensa. Por que não dar uma olhada em nossa loja?

Fonte: Luxuria Diamonds

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Fang

Pintor, desenhista, gravador e professor.

Chen Kong Fang (Tung Cheng, China 1931 – São Paulo SP 2012)

Estuda sumiê e aquarela na China em 1945. Vem morar em São Paulo com a família em 1951, naturalizando-se brasileiro em 1961. Entre 1954 e 1956, estuda pintura com Yoshiya Takaoka (1909-1978) em São Paulo. Faz sua primeira exposição individual em 1959, no Clube dos Artistas Plásticos de São Paulo. Entre 1965 e 1967, tenta a linha abstracionista, que abandona para retornar ao figurativismo. Em 1972, leciona na Faculdade de Belas Artes de São Paulo. Viaja, em 1977, para a América do Norte, Europa e Ásia, onde desenvolve o seu trabalho de pintura. Em 1981, é realizado o curta metragem biográfico O Caminho de Fang, em São Paulo. Visita a China convidado pelo governo chinês em 1985, visitando locais de interesse artístico.

Críticas

“Depois do período de aprendizado (com Takaoka), Fang iniciou a procura de seu próprio caminho artístico. No desenho, e por bastante tempo, ele se deliciou com o assunto dos cavalos em movimento, que aprendeu com seu mestre. Mas na pintura logo surgiram tendências que o afastaram do mestre. Uma inclinação para o dramático, o sofrido, o largado. Mendigos, bêbados deitados dramaticamente nas calçadas das ruas, favelas, casario antigo, meio abandonado e arruinado, animais em situações estranhas são seus assuntos prediletos. Talvez um eco dos sofrimentos dramáticos da guerra, que sofreu em tão tenra idade na pátria de nascimento. Tendências claramente expressionistas, porém, ainda sem a liberdade das deformações expressivas e expressionistas. Ele se mantém, por enquanto, dentro dos limites do naturalismo. (…) Como ‘intermezzo’ em seu desenvolvimento, entrou a tentativa do abstracionismo. Pressionado pela moda da Pintura Abstrata que dominava o País, ele tentou, entre 1965 e 1967, tornar-se abstrato. Foram anos de sofrimento. O abstracionismo não estava em seu sangue. (…) A onda da nova figuração que invadiu o País libertou-o desses anos de sofrimento. Ele voltou aos seus temas figurativos e prediletos: casario, plantas, naturezas-mortas, paisagens, brinquedos de criança, etc. (…) Ele retomou os seus antigos temas figurativos prediletos (antes das tentativas abstratas) e desenvolveu, aos poucos e progressivamente, aquilo que chamamos de expressionismo oriental (…)”.
Theon Spanudis
COHN, Glaucia S. (org.); COHN, J. Peter (org.). Fang. São Paulo: Dan Galeria, 1984. 144p. il. p.b. color.

‘Peixes’ – Disponível no site (clique)

Exposições Individuais

  • 1959 – São Paulo SP – Primeira individual, no Clube dos Artistas Plásticos de São Paulo
  • 1961 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Ambiente
  • 1962 – Salvador BA – Individual, na Biblioteca Pública de Salvador
  • 1978 – Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Cosme Velho
  • 1978 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Academus
  • 1981 – São Paulo SP – Individual, na Dan Galeria
  • 1985 – Schleswing (Alemanha) – Individual, na Galeria de Arte F. Konning
  • 1990 – Lugana (Estados Unidos) – Intividual, no The International Museum of 20th Century Arts
  • 1993 – São Paulo SP – Individual, na Dan Galeria
  • 1994 – Americana SP – Individual, no MAC de Americana
  • 2005 – São Paulo SP – Individual, no Cultural Blue Life

Exposições Coletivas

  • 1957 – Rio de Janeiro RJ – 6º Salão Nacional de Arte Moderna 
  • 1960 – São Paulo SP – 25º Salão Paulista de Belas Artes, na Galeria Prestes Maia
  • 1961 – São Paulo SP – 26º Salão Paulista de Belas Artes
  • 1962 – São Paulo SP – 27º Salão Paulista de Belas Artes
  • 1964 – Brasília DF – Salão de Arte Moderna do Distrito Federal
  • 1965 – São Paulo SP – 14º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia
  • 1966 – São Paulo SP – 15º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia
  • 1967 – São Paulo SP – 32º Salão Paulista de Belas Artes
  • 1968 – São Paulo SP – 12º Salão do Grupo Seibi de Artistas Plásticos, na Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social
  • 1968 – Piracicaba SP – Salão de Belas Artes de Piracicaba
  • 1968 – Santo André SP – Salão de Arte Contemporânea de Santo André, no Paço Municipal
  • 1969 – São Paulo SP – 2º Salão de Paisagem Paulista
  • 1969 – São Paulo SP – 13º Salão do Grupo Seibi de Artistas Plásticos – Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social
  • 1969 – São Paulo SP – 1º Salão Paulista de Arte Contemporânea, no Museu de Arte de São Paulo
  • 1976 – São Paulo SP – Coletiva, no Museu de Arte de São Paulo
  • 1978 – São Paulo SP – Construtivistas e Figurativos da Coleção Theon Spanudis, no Centor de Artes Porto Seguro
  • 1978 – Penápolis SP – 3º Salão de Artes Plásticas do Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis
  • 1979 – São Paulo SP – Coleção Theon Spanudis, no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo
  • 1979 – São Paulo SP – Exposição de Belas Artes Brasil – Japão
  • 1979 – São Paulo SP – 11º Panorama de Arte Atual Brasileira, no Museu de Arte Moderna
  • 1979 – Atami Japão – 4ª Exposição de Belas Artes Brasil – Japão
  • 1981 – São Paulo SP – Arte Transcendente, no Museu de Arte Moderna 
  • 1984 – Curitiba PR – Simões de Assis Galeria de Arte : Mostra Inaugural, na Simões de Assis Galeria de Arte
  • 1985 – São Paulo SP – 100 Obras Itaú, no Museu de Arte de São Paulo
  • 1985 – São Paulo SP – As Mães e a Flor na Visão de 33 Pintores, na Ranulpho Galeria de Arte
  • 1985 – Penápolis SP – 6º Salão de Artes Plásticas do Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis
  • 1986 – São Paulo SP – Antonio Maia, Fang, Inos Corradin, Rapoport e Wakabayashi, na Ranulpho Galeria de Arte
  • 1987 – São Paulo SP – 18 Contemporâneos, na Dan Galeria
  • 1987 – São Paulo SP – 20ª Exposição de Arte Contemporânea, na Chapel Art Show
  • 1987 – São Paulo SP – Primavera, na Liberdade Garô Galeria de Arte
  • 1988 – São Paulo SP – 15 Anos de Exposição de Belas Artes Brasil – Japão, na Fundação Mokiti Okada M.O.A
  • 1988 – São Paulo SP – 21ª Chapel Art Show, na Chapel Art Show
  • 1988 – São Paulo SP – Cinco Expressões da Arte Brasileira, no Espaço Cultural do Banco Central do Brasil
  • 1989 – São Paulo SP – 22ª Chapel Art Show
  • 1989 – São Paulo SP – Trinta e Três Maneiras de Ver o Mundo, na Ranulpho Galeria de Arte
  • 1990 – São Paulo SP – Frutas, Flores e Cores, na Ranulpho Galeria de Arte
  • 1990 – São Paulo SP – Gatos Pintados, an Ranulpho Galeria de Arte
  • 1990 – São Paulo SP – 6º Salão Brasileiro de Arte, Fundação Mokiti Okada M.O.A
  • 1991 – São Paulo SP – A Música na Pintura, na Ranulpho Galeria de Arte
  • 1991 – São Paulo SP – Chico e os Bichos, na Ranulpho Galeria de Arte
  • 1991 – São Paulo SP – 20º Salão Bunkyo, na Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social
  • 1992 – São Paulo SP – 7º Salão Brasileiro de Arte, na Fundação Mokiti Okada M.O.A
  • 1993 – São Paulo SP – Obras para Ilustração do Suplemento Literário: 1956 – 1967, no Museu de Arte Moderna
  • 1994 – São Paulo SP – Bandeiras: 60 artistas homenageiam os 60 anos da USP, no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo
  • 1995 – São Paulo SP – Brasil-Japão, na Fundação Mokiti Okada M.O.A.
  • 1995 – Curitiba PR – Coletiva, na Waldir Assis Art Galery
  • 1995 – Nigata Japão – Exposição dos Pintores Nipo-Brasileiros Contemporâneos, na The Niigata Prefectual Museum of Modern Art
  • 1995 – Tokushima Japão – Exposição dos Pintores Nipo-Brasileiros Contemporâneos, no Centro Cultural de Tokushima
  • 1996 – São Paulo SP – Bandeiras, na Galeria de Arte do Sesi
  • 1996 – São Paulo SP – Exposição dos Pintores Nipo-Brasileiros Contemporâneos, no Museu de Arte de São Paulo
  • 1996 – São Paulo SP – Mostra do Acervo, no Sudameris Galleria
  • 1996 – Gifu Japão – Exposição dos Pintores Nipo-Brasileiros Contemporâneos, no The Museum of Fine Art Gigu
  • 1996 – Tóquio Japão – Exposição dos Pintores Nipo-Brasileiros Contemporâneos, na Azabu Art Museum
  • 1997 – São Paulo SP – Hélio Siqueira e Fang, no Museu Banespa
  • 1997 – Jacareí SP – Exposição dos Pintores Nipo-Brasileiros Contemporâneos, na Oficina de Artes Santa Helena
  • 1998 – São Paulo SP – Impressões: a arte da gravura brasileira, no Espaço Cultural Banespa Paulista
  • 2004 – São Paulo SP – 22º Exposição de Artistas Contemporâneos, no Esporte Clube Sírio
  • 2004 – São Paulo SP – Obra em Processo. Olhar Impertinente, no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo
  • 2006 – São Paulo SP – 2º Golf in Art, no Cultural Blue Life
  • 2007 – Americana SP – …limites…, em Casa da Cultural de Hermann Müller
  • 2009 – São Paulo SP – 40º Chapel Art Show, na Escola Maria Imaculada – Chapel School
  • 2010 – São Paulo SP – 41º Chapel Art Show, na Escola Maria Imaculada – Chapel School

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Tito de Alencastro

Pintor, gravador, cenógrafo, dramaturgo, poeta, ator e cantor. Tito de Alencastro (1934: Rio de Janeiro, RJ – 1999: São Paulo, SP). Formou-se em museologia, pelo Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro.

Nome: Tito de Alencastro

Nasceu: Rio de Janeiro, RJ (05/07/1934)

Faleceu: São Paulo, SP (17/08/1999)

‘Cavalinho’ – Disponível no site (clique)

Cronologia

  • 1956-58 – Frequentou a Escola Nacional de Belas Artes, da mesma cidade.
  • 1961 – Radicou-se em São Paulo, dando início a uma longa carreira como artista plástico.
  • 1979 – Pintou os painéis O Trabalho e o Lazer e Os imigrantes. Realizou, entre outras, as seguintes exposições individuais: 1966 – Galeria Seta, São Paulo, SP.
  • 1967 – Galeria Décor, Rio de Janeiro, RJ.
  • 1973 – Galeria Artes e etc., São Paulo, SP.
  • 1978 – Galeria Macunaíma, Rio de Janeiro, RJ.
  • 1981 – Galeria Arqtis, Uberlândia, MG.
  • 1985 – Galeria Grifo, São Paulo, SP.
  • 1995 – Tito de Alencastro: Exposição Comemorativa de 40 Anos de Pintura, Caribé Escritório de Arte, São Paulo, SP. Participou, também, de diversas mostras coletivas, como as que se seguem:
  • 1966 – Salão do Pequeno Quadro, Galeria Guignard, Belo Horizonte, MG.
  • 1976 – 7º Salão de Artes Plásticas, Piracicaba, SP. 1976 – 1ª Exposição de Arte do Centro Campestre do Sesc São Paulo, SP.
  • 1979 – 4ª Exposição Brasil-Japão de Artes Plásticas, no Japão em: Osaka, Tóquio e Atami; e São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.
  • 1983 –– Galeria Tema Arte Contemporânea, São Paulo, SP.
  • 1984 – Simões de Assis Galeria de Arte, Curitiba, PR.
  • 1987 – 18 Contemporâneos, Dan Galeria, São Paulo, SP.
  • 1998 – Impressões: a arte da gravura brasileira, Espaço Cultural Banespa-Paulista, São Paulo, SP

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Francisco José Maringelli

Gravador, xilógrafo, professor.

Biografia

Nascimento: 27/01/1959

Francisco José Maringelli frequentou curso livre do ateliê de pintura e gravura do Museu Lasar Seqall, entre 1980 e 1981. Gradua-se pela Escola de Comunicações e Artes (ECA/USP) em 1984 e pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo FAU/USP, em 1989, ambas da Universidade de São Paulo. Ministra oficina de gravura no Museu da Gravura de Curitiba, em 1985, e na Oficina Cultural Oswald de Andrade, em São Paulo, em 1989 e 1996. Participa do projeto Oficinas Culturais de Bairros entre 1990 e 1991. Em 1994, recebe Bolsa Vitae  para desenvolvimento do projeto Grandes Formatos na Gravura em Relevo. Entre 1995 e 1999, ministra cursos de pintura e desenho na Fundação Cultural Cassiano Ricardo, em São José dos Campos. Realiza curso de gravura em relevo no Centro Universitário Maria Antônia/USP (Ceuma), em 1999-2000.

Exposições Individuais

  • 1985 – Curitiba PR – A Gravura em Relevo, no Museu da Gravura 1986 – Florianópolis SC – Imagus, na Galeria da Cultura de Florianópolis/Masc
  • 1991 – Brasília DF – Francisco Maringelli, na Itaú Galeria
  • 1992 – Penápolis SP – Francisco Maringelli, na Galeria Itaú Cultural
  • 1993 – Curitiba PR – Máscaras e Máculas, no Museu da Gravura
  • 1994 – Campos do Jordão SP – Gravuras, na Casa da Xilogravura de Campos do Jordão
  • 1995 – Curitiba PR e São Paulo SP – Grandes Formatos na Gravura em Relevo, no Museu da Gravura e no CCSP
  • 1995 – São Paulo SP – Demogorgon: xilos, linos e desenhos, na Galeria da Consolação
  • 1997 – Londrina PR – Luzes e Sombras: xilos e linos, na Sala José Antônio Teodoro, Secretaria Municipal de Cultura
  • 1999 – Milão (Itália) – Mostra Segni di Legno, na Apollo Galleria
Obra disponível no site – CLIQUE

Exposições Coletivas

  • 1982 – Santo André SP – 10º Salão de Arte Contemporânea de Santo André, no Paço Municipal 1982 – Santos SP – 9º Salão de Arte Jovem de Santos
  • 1983 – São Paulo SP – Interiores, na Biblioteca Municipal Mário de Andrade 1984 – Curitiba PR – 6ª Mostra de Gravura Cidade de Curitiba, no Museu da Gravura
  • 1984 – Curitiba PR – Mostra da Gravura Cidade de Curitiba (6. : 1984 : Curitiba, PR) 
  • 1984 – Santo André SP – 12º Salão de Arte Contemporânea de Santo André, no Paço Municipal 1984 – São Paulo SP – 1º Prêmio Blue Life de Artes Plásticas, na Blue Life Galeria de Arte
  • 1985 – Campinas SP – 12º Salão de Arte Contemporânea de Campinas
  • 1985 – Ribeirão Preto SP – 10º Salão de Arte de Ribeirão Preto
  • 1985 – Santos SP – 12º Salão de Arte Jovem de Santos
  • 1986 – Curitiba PR – 43º Salão Paranaense, no MAC/PR
  • 1986 – Curitiba PR – 7ª Mostra de Gravura Cidade de Curitiba, na Casa da Gravura Solar do Barão
  • 1986 – Ribeirão Preto SP – 11º Salão de Arte de Ribeirão Preto
  • 1986 – Santos SP – 13º Salão de Arte Jovem de Santos
  • 1986 – Santos SP – 13º Salão de Arte Jovem de Santos – premiado
  • 1987 – Curitiba PR – 44º Salão Paranaense, no MAC/PR
  • 1987 – Santos SP – 14º Salão de Arte Jovem de Santos
  • 1987 – São Paulo SP – Coletiva, no Espaço Cultural Cásper Líbero
  • 1987 – São Paulo SP – Incisões, no Paço das Artes
  • 1988 – Curitiba PR – 8ª Mostra de Gravura Cidade de Curitiba, na Casa da Gravura Solar do Barão – prêmio aquisição
  • 1988 – San Juan (Porto Rico) – 8ª Bienal de San Juan del Grabado latino-americano y del Caribe
  • 1988 – Santo André SP – 16º Salão de Arte Contemporânea de Santo André, no Paço Municipal
  • 1988 – São Paulo SP – 4º Uniart, na Faculdade Santa Marcelina – premiado
  • 1988 – São Paulo SP – Coletiva, no Espaço Cultural Cásper Líbero
  • 1989 – Curitiba PR – Coletiva, na Museu da Gravura
  • 1990 – Curitiba PR – 9ª Mostra de Gravura Cidade de Curitiba, no Museu da Gravura
  • 1990 – Ribeirão Preto SP – 15º Salão de Arte de Ribeirão Preto – premiado
  • 1990 – São Paulo SP – 4, no Espaço da Cultura
  • 1991 – Santos SP – 3ª Bienal Nacional de Santos: artes plásticas, no Centro de Cultura Patrícia Galvão
  • 1991 – São Paulo SP – Coletiva, no Espaço Cultural Cásper Líbero
  • 1992 – Curitiba PR – 10ª Mostra de Gravura Cidade de Curitiba, no Museu da Gravura – premiado
  • 1992 – Curitiba PR – Destaque das Mostras de Gravura Cidade de Curitiba, no Museu da Gravura
  • 1992 – Penápolis SP – Signo da Órbita Cardeal n.º 1663, no Itaú Cultural
  • 1992 – Ribeirão Preto SP – 17º Salão de Arte de Ribeirão Preto
  • 1992 – São Paulo SP – Coletiva, no Espaço Cultural Cásper Líbero
  • 1992 – São Paulo SP – Destaque das Mostras de Gravura Cidade de Curitiba, no MAC/USP
  • 1993 – Curitiba PR – Ateliê Experimental Francesc Domingo, no Museu da Gravura
  • 1993 – Maastricht (Holanda) – The First International Biennial Maastricht
  • 1993 – Ribeirão Preto SP – 18º Salão de Arte de Ribeirão Preto
  • 1993 – San Juan (Porto Rico) – 10ª Bienal de San Juan del Grabado latino-americano y del Caribe
  • 1993 – Santa Maria RS – 4º Salão Latino-Americano de Artes Plásticas de Santa Maria
  • 1993 – Santos SP – 4ª Bienal Nacional de Santos, no Centro de Cultura Patrícia Galvão, na Casa de Câmara e Cadeia, na Pinacoteca Benedito Calixto e no Sesi Santos
  • 1993 – São Paulo SP – Brasil: pequenos formatos, poucas palavras, na Documenta Galeria de Arte
  • 1994 – Belgrado (Iugoslávia) – 2nd International Mini Print Exhibition
  • 1994 – Brasília DF – 1ª Revisão da Gravura Paulista, Ateliê Francesc Domingo, na Galeria Rubem Valentim
  • 1994 – Cidade do México (México) – 9ª Bienal Iberoamericana de Arte, no Museu del Palácio de Bellas Artes de la Ciudad de México
  • 1994 – Curitiba PR – 51º Salão Paranaense, no MAC/PR – premiado
  • 1994 – Ribeirão Preto SP – 19º Salão de Arte de Ribeirão Preto
  • 1994 – Santo André SP – 22º Salão de Arte Contemporânea de Santo André – premiado
  • 1994 – São José dos Campos SP – 1ª Bienal Nacional de Gravura de São José dos Campos – premiado
  • 1994 – São Paulo SP – Coletiva, no Espaço Cultural Cásper Líbero
  • 1994 – São Paulo SP – Exposição dos Orientadores do Ateliê Experimental de Gravura Francesc Domingo, no MAC/USP
  • 1994 – São Paulo SP – Xilogravura: do cordel à galeria, no Metrô
  • 1994 – Suíça – Xylon 12, International Triennial Exhibition of Artistc Relief Print
  • 1995 – Curitiba PR – 11ª Mostra de Gravura Cidade de Curitiba, no Museu da Gravura
  • 1995 – Curitiba PR – 52º Salão Paranaense, no Museu de Arte Contemporânea – MAC/PR
  • 1995 – Fredrikstad (Noruega) – 2nd Norwegian International Print Triennial
  • 1995 – Jacareí SP – 12º Salão de Arte de Jacareí – premiado
  • 1995 – Kanagawa (Japão) – The 18th International Exhibition of Prints
  • 1995 – Santo André SP – 23º Salão de Arte Contemporânea de Santo André, no Paço Municipal
  • 1995 – Santos SP – 5ª Bienal Nacional de Santos
  • 1995 – São Bernardo do Campo SP – 5º Salão de Arte Contemporânea de São Bernardo do Campo
  • 1995 – São Paulo SP – Goeldi: nosso tempo, no Museu de Arte Brasileira – MAB/Faap
  • 1996 – Cataguases MG – 1ª Bienal de Arte Contemporânea de Cataguases
  • 1996 – Curitiba PR – 53º Salão Paranaense, no Museu de Arte Contemporânea – MAC/PR
  • 1996 – Lódz (Polônia) – Mate Forma Grafiki, na Galeria Sztuki
  • 1996 – Rio de Janeiro RJ – 1º Salão Sesc de Gravura, na Galeria Sesc Copacabana
  • 1996 – Santo André SP – 24º Salão de Arte Contemporânea de Santo André, no Paço Municipal
  • 1996 – São Bernardo do Campo SP – 6º Salão de Arte Contemporânea de São Bernardo do Campo – premiado
  • 1997 – Curitiba PR – 54º Salão Paranaense, no MAC/PR
  • 1997 – Itajaí SC – 6º Salão de Artes Cidade de Itajaí, no Centro de Promoções Itajaí-Tur
  • 1997 – Liubliana (Eslovênia) – 22nd International Biennial of Graphic Art
  • 1997 – Madri (Espanha) – Coletiva, na Galeria de Arte da Casa do Brasil – Colégio Mayor Universitário de la Casa do Brasil
  • 1997 – Santo André SP – 25º Salão de Arte de Contemporânea de Santo André, no Paço Municipal – premiado
  • 1997 – Santos SP – 6ª Bienal Nacional de Santos
  • 1997 – São Paulo SP – Xilogravura Linoleogravuras, no Museu Banespa
  • 1998 – Barcelona (Espanha) – MIG 98, Mostra Internacional de Minigravats
  • 1998 – Milão (Itália) – Meridiani Meridianos: mostra do álbum de gravuras, na Derbylius Libreria Galleria d’Arte
  • 1998 – Rio de Janeiro RJ – 2º Salão Sesc de Gravura, no Sesc Copacabana
  • 1998 – San Juan (Porto Rico) – 12ª Bienal de San Juan del Grabado latino-americano y del Caribe
  • 1998 – Santo André SP – 26º Salão de Arte Contemporânea de Santo André, no Paço Municipal
  • 1998 – São Paulo SP – Traço, Trama e Corte: gravuras, monotipias e desenhos, na Galeria do Atelier Piratininga
  • 1998 – São Paulo SP – Xilogravura no Acervo da Pinacoteca Municipal, no CCSP – artista convidado
  • 1999 – Cremona (Itália) – L’Arte e il Torchio, 1º Rassegna Internazionale dell?Incisione di Piccolo Formato
  • 1999 – Curitiba PR – 12ª Mostra de Gravura Cidade de Curitiba, no Museu de Gravura
  • 1999 – Polônia – 6ª Miedzynarodowe Triennale Sztuki Majdanek 2000
  • 1999 – Rio de Janeiro RJ – Mostra Rio Gravura. São Paulo: gravura hoje, no Palácio Gustavo Capanema
  • 1999 – Rio de Janeiro RJ – Mostra Rio Gravura: 10 fólios, na Livraria Argumento e na Galeria Gravura Brasileira
  • 1999 – Uberlândia MG – Projeto Novas Imagens: São Paulo – Milão, na Galeria do Museu da Universidade Federal de Uberlândia
  • 1999 – São Paulo SP – Projeto Novas Imagens: São Paulo – Milão, no CCSP
  • 2000 – Ferrol (Espanha) – 14º Premio de Gravado Maximo Ramos
  • 2000 – Milão (Itália) – Incisione Contemporânea: Milano San Paolo, na Galleria Venti Correnti
  • 2000 – Santo André SP – 29º Salão de Arte Contemporânea de Santo André
  • 2000 – São Paulo SP – Investigações. A Gravura Brasileira, no Itaú Cultural
  • 2000 – São Paulo SP – Meridiani Meridianos: álbum de gravadores brasileiros e italianos, no CCSP
  • 2000 – São Paulo SP – Cartografias Poéticas, na Faculdade Santa Marcelina
  • 2000 – Rio de Janeiro RJ – Cartografias Poéticas, na Galeria Gravura Brasileira e na Casa de Cultura Laura Alvim
  • 2001 – Brasília DF – Investigações. A Gravura Brasileira, no Itaú Cultural 2001 – Penápolis SP – Investigações. A Gravura Brasileira, no Itaú Cultural
  • 2001 – Rio de Janeiro RJ – JOG: recriação artística de jogos, no MNBA – Sala Carlos Oswald
  • 2001 – Santo André SP – 29º Salão de Arte Contemporânea de Santo André, no Paço Municipal
  • 2002 – São Paulo SP – Desígnios Gravados, na Gravura Brasileira 2003 – Frankfurt (Alemanha) – Art Frankfurt 2003
  • 2003 – Havana (Cuba) – Traços e Formas na Gravura Contemporânea Brasileira, na Galería de la Casa Guayasamin 
  • 2003 – São Paulo SP – A Xilogravura, no Escritório de Arte Augusta 664
  • 2003 – São Paulo SP – Entre Aberto, na Gravura Brasileira
  • 2004 – São Paulo SP – A Gravura Paulista, na Galeria Gravura Brasileira
  • 2004 – São Paulo SP – Novas Aquisições: 1995 – 2003, no MAB/FAAP
  • 2004 – São Paulo SP – Sulcos n’Alma, na Graphias Casa da Gravura

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Omar Pellegatta

Omar Pellegatta – (1925-2001)

Busto Arsizio, Itália, 04/06/1925

Pintor e gravador. Assina PELLEGATTA.

O pintor e gravador Pellegatta nasceu em Busto Arsizio, na Itália, em 1925.

Chegou à cidade de Santos, no litoral de São Paulo, em 1927. Estudou desenho na Associação Paulista de Belas Artes, em 1953, em São Paulo.

Seu trabalho passou a ser caracterizado pelo casario colonial e temas sacros, onde o ser humano é apresentado sempre de modo idealizado, na figura de ternas madonas, santos, coroinhas ou cavaleiros.

Em 1965 protagonizou sua primeira individual, na Galeria Carraro, em Porto Alegre (RS). Em 1974, foi para a Europa, onde visitou cidades interioranas da Itália e de outros países.

Dentre as principais coletivas de que participou, estão o 1o Salão Nacional de Belas Artes (Rio de Janeiro, RJ, 1971, premiado com a medalha de bronze) o Salão Paulista de Belas Artes (diversas edições entre 1958 e 1977). Últimas mostras: Paisagem Paulista, no Masp, São Paulo, SP (1978); Salão Benedito Calixto (Itanhaém, SP, 1984); Coletiva, no Centro Cultural Brasil-Estados Unidos (Santos, SP, 1986); Coletiva, na Galeria de Arte Paranapuã (São Vicente, SP, 1987).

fonte: Pró Arte

Ouro Preto – Disponível no site (clique)

Conhecido como mago dos pincéis, Omar Pellegatta foi um dos últimos pintores com o hábito de sair a campo em busca de paisagens e pessoas para registrar na tela. Acordava todo dia às 4h da manhã e seguia para o ateliê, de onde saía com cavalete, tela, pincéis e tintas à mão. A prática ao ar livre exige rapidez e precisão nas pinceladas, habilidade que aprendeu com os grandes professores ao apurar seu estilo. Em seus passeios, muitas vezes acompanhado de um de seus mestres, Yoshiya Takaoka, se encantou com a arquitetura colonial em Ouro Preto. E se com Takaoka desenvolveu fino senso de disciplina, com Durval Pereira ganhou a ânsia de produzir. Pellegatta retratou diversas ruas e fachadas dos antigos casarios em várias cidades históricas, de Ouro Preto a Santos (onde se fixou em 1927).

Aborda também temas sacros, representando figuras idealizadas: o “ideal do ser humano” presente em suas madonas, cavaleiros e santos. Em sua última fase, traz cores mais marcantes e alegres – menos etéreas – para suas pinturas.


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José Moraes

Biografia

José Moraes (Rio de Janeiro RJ 1921 – São Paulo SP 2003)

Pintor, escultor, gravador e ilustrador.

Forma-se em pintura em 1941 pela Escola Nacional de Belas Artes – Enba, no Rio de Janeiro. Paralelamente aos estudos universitários, tem aulas de pintura com Quirino Campofiorito (1902-1993). Em 1942, torna-se assistente de Candido Portinari (1903-1962), em Brodosqui, e, em 1945, trabalha com Portinari na execução do painel da capela de São Francisco de Assis, do arquiteto Oscar Niemeyer (1907 – 2012), em Belo Horizonte. No mesmo ano, apresenta sua primeira individual, no Instituto dos Arquitetos do Brasil – IAB/RJ, no Rio de Janeiro. É premiado, nos anos 1940, em quatro edições do Salão Nacional de Belas Artes – SNBA. Com o prêmio viagem ao exterior, recebido no 55º Salão Nacional de Belas Artes de 1949, viaja para Itália, onde permenece de 1950 a 1951 estudando pintura mural. De volta ao Rio de Janeiro, dedica-se à execução de mosaicos e afrescos até 1958, quando muda-se para São Paulo. Em 1967, torna-se professor na Fundação Armando Álvares Penteado – Faap. Em 1971 aperfeiçoa-se em serigrafia com Michel Caza, em Paris, para onde retorna em outras três ocasiões, com a mesma finalidade. Faz também estágios em litografia com Michel Potier, na École de Beaux-Arts, Paris, e com Eugène Shenker, no Centre de Gravure Contemporaine, Genebra.

Disponível no site (clique)

Críticas

“José Moraes sempre procurou fundamentar o seu trabalho com bases sólidas, e enfrentar, desde o início da década de 40, as contradições comuns à maioria dos artistas brasileiros. Procurou a ponte entre a tradição pictórica européia e o nosso presente aqui. Escolheu a figuração como ponto de partida, e se manteve fiel à ela até hoje, apesar de Ter sido exposto à toda informação referente aos principais movimentos das últimas décadas”.
M. Babinski (1977)
MORAES, José. José Moraes. São Paulo: Galeria de Arte André, 1983.

“… É necessário ressaltar, porém, que o vigor de sua obra está presente em todas as séries que perseguiu com domínio resoluto. Em seus quadros estão técnicas, cores e, especialmente, aquele ‘it’ de quem vai decidido para o cavalete criar uma obra de arte. Aqui não se trata de meditar a luta (que não existe) entre o figurativismo e o abstracionismo. Prevalece a arte, a boa realização, o que é de fato válido”.
Ivo Zanini
ZANINI, Ivo. Folha de S. Paulo, São Paulo, 1979. In: MORAES, José. José Moraes. São Paulo: Galeria de Arte André, 1983.

“Do ponto de vista temático, José Moraes (que se manteve sempre fiel ao Figurativismo de sua mocidade no Rio de Janeiro) praticou a paisagem, a figura (inclusive retratos), composições e naturezas-mortas. Fortemente influenciado no início (…) por Cândido Portinari, sofreu também o impacto da arte de Lasar Segall, por ocasião da exposição desse no Museu Nacional de Belas Artes, em 1943, em que apreciava sobretudo a articulação das formas, obtida através de elaboradas modulações de cor, e a sofrida temática social. Influência a pairar sobre todas as demais foi porém a de Cézanne, já visível na série de nus de 1943, e que se acentua por volta de 1945. Uma de suas pinturas mais admiráveis chama-se inclusive Homenagem a Cézanne, é de 1945 e entremostra um canto de ateliê, com maçãs envelopadas num característico espaço cezanniano, vendo-se à direita uma quina de cavalete e, por detrás dele, um retrato de Cézanne, e ao fundo a paisagem, por uma janela aberta. A nota cezanniana é ainda intensa na Paisagem de Bagé, de 1946, mesclando-se, para o fim da década, a um realismo crescente (Modelo Negra, 1949), e reaparecendo, atenuada embora, cerca de dez anos mais tarde (Paisagem de São Paulo, 1958). Finalmente, da década de 1960 em diante, o artista foi gradativamente articulando uma linguagem mais pessoal, sobretudo composições com objetos e nas numerosas Paisagens de Embu”.
José Roberto Teixeira Leite
LEITE, José Roberto Teixeira. Dicionário crítico da pintura no Brasil. Rio de Janeiro: Artlivre, 1988. p.332-333.

Depoimentos

“(…) Da semana de 22 e de Portinari só tive conhecimento nas aulas do mestre Campofiorito. Era algo desconhecido que surpreendeu. Deslumbramentos outros vieram e nesse mundo entrei ainda tímido e logo exageradamente participante. A grande exposição Portinari; a fantástica mostra de 100 anos de arte francesa e a ?descoberta? de Cezanne e com ela o sentido da pintura. A isso tudo se somou o conhecimento e a amizade, longa amizade, de Portinari. Portinari dizia que o prazer da pintura é quase visceral. Ele pintava assobiando de contente. (…) Tenho prazer do ato de pintar, no emocionar quem está do outro lado – o espectador – e no ensinar aos que querem saber”.
José Moraes
MORAES, José. José Moraes. São Paulo: Galeria de Arte André, 1983.

Acervos

Museum of Modern Art – MoMA – Nova York (Estados Unidos)

Exposições Individuais

1945 – Rio de Janeiro RJ – Individual, no IAB/RJ
1946 – Bagé RS – Individual
1946 – Pelotas RS – Individual
1947 – Rio de Janeiro RJ – Individual, no IAB/RJ
1948 – Porto Alegre RS – Individual, no Correio do Povo
1962 – São Paulo SP – Individual, no Antiquário Chico-Rei
1964 – Belo Horizonte MG – Individual, na Casa do Artista Plástico
1965 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Grupiara
1966 – Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Décor
1967 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Atrium
1969 – Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Décor
1970 – Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Décor
1970 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Cosme Velho
1970 – Uberlândia MG – Individual, na Galeria Arc
1972 – Uberlândia MG – Individual, na UFU
1973 – Rio de Janeiro RJ – Individual,na Galeria Delaparra
1974 – Campinas SP – Individual, na Galeria Girassol
1976 – Rio de Janeiro RJ – Individual,na Galeria Delaparra
1977 – Uberlândia MG – Individual, no Uberlândia Club
1978 – Uberlândia MG – Individual, no Departamento de Artes Plásticas da UFU – Funarte
1979 – Bagé RS – Individual, no Museu de Gravura Brasileira
1979 – São Paulo SP – 40 Anos Pintura – Desenho – Gravura, no MAM/SP
1980 – Porto Alegre RS – Individual, na Galeria Cambona
1981 – Cataguases MG – Individual Gal-Art
1982 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Alberto Bonfiglioli
1983 – São Paulo SP – Individual, na Galeria de Arte André
1984 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Alberto Bonfiglioli
1986 – Goiânia GO – Individual, na Oficina Galeria de Arte
1986 – São Paulo SP – Individual, na Tema Arte Contemporânea
1987 – Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Basílio
1987 – Uberlândia MG – Mais 10 Anos, na UFU
1988 – Porto Alegre RS – Individual, na Galeira Mosaico
1989 – Brasília DF – Individual, na Galeria de Arte Dreer
1990 – Lisboa (Portugal) – Aquarelas Íntimas, no Stelier 15
1991 – São Paulo SP – Individual, na Galeria de Arte André
1991 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Sesc Paulista
1992 – Porto Alegre RS – Individual, na Galeira Mosaico
1994 – São Paulo SP – Individual, na Galeria de Arte André
1995 – Brasília DF – Individual, no Cavalier Galeria de Arte
1995 – Vila Franca de Xira (Portugal) – Individual, no Museu de Alhandra
1996 – Porto Alegre RS – Individual, na Galeira Mosaico

Exposições Coletivas

1939 – Araraquara SP – 4º Salão de Araraquara
1939 – Rio de Janeiro RJ – Coletiva, no Hotel Palace
1940 – Araraquara SP – 5º Salão de Araraquara
1940 – Rio de Janeiro RJ – 46º Salão Nacional de Belas Artes, no MNBA – medalha de prata em pintura e menção honrosa em desenho
1940 – Rio de Janeiro RJ – Salão Preto e Branco, organizado pela Associação dos Artistas Brasileiros
1941 – Rio de Janeiro RJ – 47º Salão Nacional de Belas Artes, no MNBA – medalha de prata em pintura e desenho
1942 – Nova York (Estados Unidos) – Arte Latino-Americana
1942 – Rio de Janeiro RJ – 48º Salão Nacional de Belas-Artes, no MNBA
1942 – Rio de Janeiro RJ – Coletiva, na Enba
1942 – Rio de Janeiro RJ – Dissidentes da Enba, na sede da ABI
1943 – Londres (Inglaterra) – Arte Brasileira, na Royal Academy
1943 – Rio de Janeiro RJ – 49º Salão Nacional de Belas-Artes, no MNBA
1944 – Londres (Inglaterra) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Royal Academy of Arts
1944 – Norwich (Reino Unido) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, no Norwich Castle and Museum
1944 – Rio de Janeiro RJ – 50º Salão Nacional de Belas Artes, no MNBA – prêmio de viagem ao país
1944 – Belo Horizonte MG – Exposição de Arte Moderna, no Edifício Mariana
1945 – Bath (Reino Unido) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Victory Art Gallery
1945 – Bristol (Reino Unido) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, no Bristol City Museum & Art Gallery
1945 – Edimburgo (Reino Unido) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na National Gallery
1945 – Glasgow (Reino Unido) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Kelingrove Art Gallery
1945 – Manchester (Reino Unido) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings , na Manchester Art Gallery
1945 – Rio de Janeiro RJ – 51º Salão Nacional de Belas-Artes, no MNBA – prêmio viagem ao país
1946 – Rio de Janeiro RJ – 52º Salão Nacional de Belas-Artes, no MNBA
1947 – Rio de Janeiro RJ – 53º Salão Nacional de Belas-Artes, no MNBA
1948 – Rio de Janeiro RJ – 54º Salão Nacional de Belas-Artes, no MNBA
1949 – Rio de Janeiro RJ – 55º Salão Nacional de Belas-Artes – Prêmio de Viagem ao Estrangeiro
1949 – Rio de Janeiro RJ – Salão Municipal de Arte
1949 – Rio de Janeiro RJ – Salão Nacional de Belas Artes – prêmio de viagem à Europa
1950 – Gênova (Itália) – Coletiva
1952 – Rio de Janeiro RJ – 1º Salão Nacional de Arte Moderna
1952 – Rio de Janeiro RJ – Salão de Arte do Conjunto Sanatorial de Curicica
1953 – Rio de Janeiro RJ – 2º Salão Nacional de Arte Moderna
1954 – Rio de Janeiro RJ – 3º Salão Nacional de Arte Moderna, no Palácio da Cultura
1955 – Rio de Janeiro RJ – 4º Salão Nacional de Arte Moderna
1956 – Rio de Janeiro RJ – 5º Salão Nacional de Arte Moderna
1957 – Rio de Janeiro RJ – 6º Salão Nacional de Arte Moderna
1958 – Rio de Janeiro RJ – 7º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ
1958 – Rio de Janeiro RJ – Salão de Arte A Mãe e a Criança
1959 – Rio de Janeiro RJ – Salão Nacional de Arte Moderna
1969 – São Paulo SP – 11 Artistas, na Galeria Azulão
1969 – São Paulo SP – 1º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1970 – Porto Alegre RS – 25 Pinturas do Acervo do MAM, na UFRGS
1970 – São Paulo SP – 2º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1971 – Rio de Janeiro RJ – Coletiva, na Galeria Marte-21
1971 – Rio de Janeiro RJ – Desenho Brasileiro Através da Ilustração, na Galeria Delaparra
1973 – São Paulo SP – 5º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1975 – São Bernardo do Campo SP – Coletiva
1976 – São Paulo SP – 8º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1977 – São Paulo SP – 9º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1978 – São Paulo SP – 16ª Arte e Pensamento Ecológico, na Cetesb
1979 – Buenos Aires (Argentina) – Trienal Latinoamericana de Gravura
1979 – São Paulo SP – O Desenho como Instrumento, na Cooperativa de Artistas Plásticos
1980 – Penápolis SP – 4º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis – artista convidado
1980 – São Paulo SP – 6 de São Paulo, na Galeria Selection Arte
1983 – Rio de Janeiro RJ – 6º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1984 – São Paulo SP – Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal
1985 – Penápolis SP – 6º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis
1986 – Rio de Janeiro RJ – A Nova Flor de Abacate, Grupo Guignard-1943 e Os Dissidentes-1942, na Galeria de Arte Banerj
1987 – São Paulo SP – 20ª Exposição de Arte Contemporânea, na Chapel Art Show
1988 – Vitória ES – Dez Lustros: Deane, Moraes, Scliar, na Ana Terra Galeria de Arte
1989 – São Bernardo do Campo SP – Visões da Borda do Campo, na Marusan Galeria de Arte
1990 – Moscou (União Soviética, atual Rússia) – Coletiva de Serigrafias
1997 – São Paulo SP – Exposição Coletiva de Natal, na Galeria de Arte André
2001 – São Paulo SP – 4 Décadas, na Nova André Galeria
2001 – São Paulo SP – Museu de Arte Brasileira: 40 anos, no MAB/Faap
2002 – São Paulo SP – Paisagens do Imaginário, na Nova André Galeria

Exposições Póstumas

2004 – São Paulo SP – Novas Aquisições: 1995 – 2003, no MAB/Faap
2004 – São Paulo SP – Individual, na Nova André Galeria
2004 – Brasília DF – O Olhar Modernista de JK, no Ministério das Relações Exteriores. Palácio do Itamaraty

Fonte: Itaú Cultural


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Delima

Lenine de Lima Medeiros (Recife, PE : 1935). Pintor.

Delima Medeiros é pernambucano radicado no Rio de Janeiro, após 18 anos de permanência no exterior, tendo vivido na França, Alemanha, Suiça, Suécia e, sobretudo, na Itália, onde estudou História da Arte na ‘Università Statale di Milano‘. Estudou Pintura na ‘École nationale supérieure des arts décoratifsda Universidade de Paris e Gravura no Atelier Johnny Friedlaender de Paris e na ‘Kunsthalle‘ de Hamburgo.

Disponível no site (clique)

No Recife foi aluno de Vicente do Rego Monteiro, Lula Cardoso Ayres, Reynaldo Fonseca, etc. na escola de Belas Artes da Universidade de Pernambuco.

1º Prêmio de Pintura e 2º de Gravura do Salão do Estado em 1960.

Várias vezes premiado na Europa e, como artista plástico, realizou exposições individuais de pintura em Paris, Milão, Genebra, Lousane, Copenhage, Estocolmo, Roma, Veneza, Florença, Trieste, Munique, Düsseldorf e outras.

Participou das principais manifestações coletivas como: Bienal de Veneza, Bienal de São Paulo, Winter Ausstellung em Düsseldorf,  Internationale Kunstmesse de Colonia e de Basilea, etc.

Realizou exposições em muitas cidades brasileiras e como teórico ministrou cursos de História da Arte Moderna na Universidade Federal de Uberlândia, Escola de Música e Belas Artes de Curitiba e Faculdades Integradas Estácio de Sá, Rio de Janeiro.



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Nori Figueiredo

Norival Benedito Figueiredo nasceu em 14 de março de 1949. Reside em Capivari, SP. Concluiu mestrado em Artes na Unicamp – Campinas, SP (2004). Participou de várias exposições no Brasil e no exterior, como Estados Unidos, Itália, Alemanha, Iugoslávia, México, Uruguai e Chile.

Algumas exposições coletivas:

  • 2004 – Fondazione Casa America – Gênova, Itália;
  • 2003 – Pinacoteca Benedicto Calixto – Santos, SP;
  • 2002 – Museu Casa de Portinari – Brodowski, SP;
  • 2001 – SESC Piracicaba – I Bienal Nacional de Gravura – Olho Latino. Algumas exposições individuais:
  • 2004 – Galeria de Arte UNICAMP/INSTITUTO DE ARTES – Campinas, SP;
  • 2003 – Casa de Tarsila – Rafard, SP;
  • 1994 – Galeria do Sol – São José dos Campos, SP.
Falconaria (dispon[ivel no site)
  1. DADOS PESSOAIS
    Nome – Norival Benedito Figueiredo (Nori Figueiredo)
    Data de Nascimento – 14 de março de 1949
    Residência: Rua Luis Raymundo de Góes, 196 – Capivari, SP, Brasil
    Telefone: (19) 3492-1190 Celular: (19) 9732-2837
    e-mail: nori@norifigueiredo.com
  2. FORMAÇÃO UNIVERSITÁRIA
    2004 Unicamp, mestrando no Instituto de Artes
    2001-2002 Faculdade Paulista de Artes
    1984-1985 Faculdade de Artes Alcântara Machado
    1970-1973 Faculdade de Filosofia da Universidade de São Paulo
  3. ÁREAS DE INTERESSE
    História da Arte
    Teoria e Dinâmica das Cores
    Desenho Expressivo
    Gravura
    Produção Gráfica
  4. ATIVIDADES DIDÁTICAS
    2001/2004 Colégio Objetivo – Americana, SP – História da Arte
    1998 Espaço Cultural Tarsila – Capivari, SP – Desenho e Gravura
    1990 Oficina Cultural Oswald de Andrade – São Paulo, SP – Curso de Gravura
    1987 Universidade de Brasília – Brasília, DF – Curso de Extensão em Gravura
    1982 Museu de Arte Contemporânea de Campinas – Campinas, SP – Curso de Gravura
    1980 Oficina de Artes Visuais – São Paulo, SP – Desenho e Gravura
    1978 Associação Sambernardense de Belas Artes – São Bernardo, SP – Fotografia e
    Desenho1977 Biblioteca Municipal, – Salvador, BA – Cinema e Fotografia
  5. ATIVIDADES DIVERSAS
    2000 Direção de Arte Traviatta Produçõ es – São Paulo,SP
    1999/2000 Editor de Arte da Editora EME – Capivari, SP
    1998 Viagem como artista convidado para edições na LCA (London Comtemporany
    Art Original Prints) Londres – Inglaterra
    1997 Direção de Arte nos estúdios da Maurício de Souza Produçõ es – São Paulo, SP
    1996 Criação e direção do Espaço Cultural Tarsila – Capivari, SP
    1986 Palestra “O Falso e o Verdadeiro” no MAM – São Paulo, SP
    1978 Juri do IX SAPEV – São Bernardo do Campo, SP
    Juri do Prêmio Metalúrgico de Artes Plá sticas – Santos, SP
    1975 Curadoria de exposição 35 Gravuras de Paulo Menten – Capivari, SP
  6. ARTIGOS PUBLICADOS
    2000 “Guyer Salles e seus signos gráficos”, in Gravura. A Arte Brasileira do século XX
    1985 “Márcio Périgo, Da Intimidade com a gravura à gravura para intimidade”, in
    Revista Arte em Sã o Paulo – nº 31
    1984 “Mario Fiori e Suas Figuras de Linguagem”, in Revista Arte em Sã o Paulo – nº 24
    1975 “Gravura: Arte Técnica ou Meio de Reprodução”, in Revista Artis – nº 3
  7. MURAIS
    1983 Via Sacra Para a Igreja de São Bento – Itatiba, SP
    1981 Via Sacra Para Igreja N.S. de Fátima – Capivari, SP
    1981 Painéis para a capela de S. Francisco – Pompéia – São Paulo, SP
    1980 Altar da Igreja N.S. de Fátima – São Paulo, SP
    1979 Altar da Igreja N.S. de Fátima – Capivari, SP
    1974 Teto da Igreja de São João Batista – Capivari, SP 8. EXPOSIÇÕES
    Principais Coletivas:
    2004 Fondazione Casa America – Gênova, Itália
    2003 Casa de Cultura Hermann Muller – Americana, SP
    2003 Pinacoteca Benedicto Calixto – Santos, SP
    2002 Museu Casa de Portinari – Brodowski, SP
    2001 SESC Piracicaba – I Bienal Nacional de Gravura – Olho Latino
    2000 Museu Banespa – São Paulo-SP – 80 Gravuras em Metal
    Itaú Cultural – São Paulo-SP – Investigações: A Gravura Brasileira
    1999 Palácio Gustavo Capanema -Rio de Janeiro-RJ. -Mostra Rio Gravura
    1998 Museu Banespa – São Paulo -SP. – Impressões- A arte da Gravura Brasileira
    1996 Espaço Cultural Tarsila – Capivari, SP – Anglo e convidados
    Espaço Cultural Tarsila – Capivari, SP – Natal Tarsila
    1995 Espaço Brasil – São Paulo, SP – A grá fica paulista
    1994 Pinacoteca de São Paulo – São Paulo, SP – Gravuras, Sutilezas e Mistérios
    1991 Museo Nacional de Bellas Artes – Santiago – Chile – Grabados de Artistas
    Brasileiros Contemporâ neos
    American Cultural Institute – Washington, DC – USA – Five Printmakers From
    Sã o Paulo
    CEF, Espaço Cultural, São Paulo, SP
    1990 Museo de La Estampa – Cidade do México – México
    Intergrafik – Berlin – Alemanha
    1989 Bienal de Lubliana – Iugoslávia
    Bienal de São Paulo – SP
    1988 1º Encontro Internacional de Grabado de Montevideo – Uruguay
    1982 MACC – Campinas, SP
    1980 Oficina de Artes Visuais no STIMMES – Santos, SP
    1979 Oficina de Artes Visuais no Corisco – São Paulo, SP
    1976 Clube de Artistas e Amigos das Artes – São Paulo, SP
    1975 IV Encontro Jundiaiense de Arte – Jundiaí, SP
    1974 Salão de Arte Contemporânea de São Caetano do Sul – São Caetano do Sul, SP
    1973 1ª Semana de Artes de Capivari – Capivari, SP
    1971 XXXI Salão da Associação Paulista de Belas Artes – São Paulo, SP Principais Individuais:
    2004 Galeria de Arte UNICAMP/INSTITUTO DE ARTES – Campinas, SP
    2004 Casa da Cultura – Capivari, SP
    2003 Casa de Tarsila – Rafard, SP
    1994 Galeria do Sol – São José dos Campos, SP
    Sala Especial na 1ª Bienal de Gravura de São José dos Campos – São José dos
    Campos, SP
    Capivari Clube, Capivari, SP – Retratos e Auto-retratos.
    1992 Pinacoteca Municipal de Amparo – Amparo, SP
    1987 Projeto Espaço Gravura – São Paulo, SP
    1986 Galeria Toki São Paulo, SP
    Galeria Spectrum – Londrina, SP
    1972 Centro Operacional de Artes – São Paulo, SP
“Avis” – disponível no site (clique)
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Guilherme de Faria

Guilherme de Faria 1942- São Paulo

Pintor, desenhista, gravador, poeta, prosador, romancista, cordelista,declamador, compositor.
Começou sua carreira artística como desenhista em 1962, e em 1963 lançado pelajornalista Radá Abramo na Galeria Ambiente

Em 1964 realiza comgrande sucesso de público e de crítica sua primeira Individual de desenhos epinturas na Galeria São Luiz da marchand Ana Maria Fiocca.

Guilherme de Faria foi descoberto também em 1964 pelo grande marchand italianoradicado em São Paulo, Giuseppe Baccaro que adquiriu um grande lote de suasprimeiras obras e as lançou nos prestigiosos leilões de sua Casa dos Leilões,introduzindo-o ainda muito jovem no mercado de arte de São Paulo.

Ainda nos anos 60 Guilherme realiza inúmeras ilustrações em desenho a nanquimpara o Suplemento Literário de O Estado de São Paulo, depois doadas por aquelejornal ao acervo do MAM de São Paulo.

Nos anos 70 Guilherme de Faria realizou diversas Exposições individuaisnotadamente na Galeria Cosme Velho, nos Jardins, em São Paulo, e retornou deOlinda onde morou por três anos a convite do marchand Giuseppe Baccaro, seuamigo, que lhe forneceu um grande ateliê numa casa colonial restaurada de trêsandares, na rua de são Bento (que depois da saída do pintor foi adquirida pelocantor e compositor Alceu Valença).

Naqueles anos 70 os desenhos de Guilherme foram largamente adquiridas peloscolecionadores Na prestigiosas Galeria Cosme Velho e Documenta, de São Paulo e nos leilões da Galeria Collectio, até a morte de seu fundadorJosé Paulo Domingues que aconteceu em meio a um grande escândalofinanceiro. As obras de Guilherme que estavam no acervo daquela galeriaforam parar nas coleções de grandes Brancos brasileiros, inclusive o BancoCentral onde permanecem e são eventualmente divulgadas (vide site no Google)

Voltando a residir em SãoPaulo em 1974 realiza uma grande Exposição Individual com 40 telas a óleo s/tela de sua fase pictórica que ele denominou “Fase Baconiana”(influência do pintor inglês Francis Bacon) na Galeria Arte Global, da redeGlobo de televisão, fase essa nascida em São Paulo e completada em Olinda. Essaexposição teve uma imensa divulgação de mídia pela televisão e jornais de SãoPaulo e obteve imenso sucesso de público e de crítica, tendo todas as obrassido adquiridas por grandes colecionadores.

Durante essa exposição Guilherme de Faria realizou sua primeira litografia encomendada pela Galeria Arte Global e realizada pelo artista no ateliê Glatt-Ymagos, de São Paulo, técnica a que o artista se dedicaria pelos próximos vinte anos até 1995, quando então encerrou essa fase de grande sucesso artístico e comercial, tendo publicado cerca de 1.000 imagens diversas, amaioria de figuras femininas (que o notabilizaram) sempre desenhadas por ele empedras da Bavária e com tiragem média de 150 exemplares, tendo sido portantonesse período 1974-1995, cerca 150.000 exemplares de litos assinadas, numeradase intituladas à lápis, a mão pelo artista, e que se esgotavam rapidamente nas edições feitas e comercializadas pela Glatt do editor Elsio Motta e sua filhaPatricia Motta.

A partir de 1995, Guilherme voltou a se dedicar à pintura a óleo s/ telanotadamente de “paisagens imaginárias” fase essa intitulada Imaginárias Brasileiras.

A herdeira da Glatt e programadora gráfica e curadora Patricia Motta realizou apartir de Julho de 2010 até Setembro, uma grande retrospectiva dessa faselitográfica de Guilherme de Faria intitulada OBRA GRÁFICA, na CAIXA CULTURAL,em São Paulo, Praça da Sé)

A partir de março de2018, Guilherme de Faria inaugurou uma inusitada e brilhante fase floral queele intitula “Naturezas Vivas Imaginárias” da qual fez uma bem-sucedida ExposiçãoIndividual, em novembro daquele ano na INN GALLERY, de São Paulo.

  Obras deGuilherme de Faria se encontram no acervo de dois Museusimportantes de São Paulo: o MAM e a Pinacoteca do Estado.


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Mestre Galdino

Um dos mais famosos e importantes ceramistas do Brasil

Mestre Galdino [Manoel Galdino de Freitas]

1924, São Caetano | PE – Brasil

1996, Alto do Moura | PE – Brasil

Galdino, que imprimiu papel de carta em Caruaru, 1986, intitulando-se “Ceramista e Poeta”, é um dos mais importantes escultores atuantes no país no século XX. Prendia na mão dos seus personagens de barro, ou em reetrâncias da escultura, papeizinhos enrolados com versos que lhes diziam respeito. Para a parede de sua casa emoldurou poemas, em que lança o desafio da recepção do seu próprio trabalho, provocador por excelência: “Tem carranca com recorte/ criada por minha mão / com bichinhos diferente / que faz a circulação. / Mesmo as peças de Galdino / é uma adivinhação.” Em 1940 Galdino já havia ido para Caruaru, onde se casou com Maria Marciolina, rendeira e ceramista, teve três filhos e trabalhou em olaria, fazendo telha e tijolo. Empregado pela prefeitura, trabalhou como pedreiro. Começou, então, a iniciar-se na modelagem do barro. Durante a Semana Santa fez um Judas para a Malhação. Quando a prefeitura mandou que rebocasse o posto de saúde do Alto do Moura, em 1974, teve finalmente a oportunidade de ver como disse, “tanta riqueza, tanta beleza na arte de um povo”. Referia-se aos ceramistas Zé Rodrigues, Zé Caboclo, enfim, a toda a verdadeira escola que se havia formado em torno do mestre Vitalino. Com o transporte apaixonado que caracteriza sua personalidade, abandonou em 30 dias o serviço público e mudou-se com a família para o Alto do Moura. Viveu sempre na pobreza, sendo obrigado, em alguns períodos, a executar serviços de vária natureza para sobreviver e conseguir permanecer na arte. Inteiramente diversa dos demais artistas da localidade, a sua grande e original produção na década de 1970 atrai particular atenção dos especialistas em arte e da mídia, e ele extrapola os limites do Alto do Moura para ser conhecido pela elite do país. A escultura de Galdino se distribui por duas grandes séries de trabalhos. A das figuras hieráticas, alongadas e aguerridas de cangaceiros, como Maria Bonita, ou de personagens como “Sonho realizado”, em que têm início as simbioses de humano e animal que virão a ser tão frequentes no seu trabalho.

A própria superfície das esculturas é também provocadora, aguerrida, no espinhado quase de cacto das roupas. Vê-se bem isto no Galdino poeta com seu violão. Em esculturas antológicas de quase um metro de altura, com inscrições no barro, como “Descobrimento do Brasil”, dos anos 1970, o aspecto de ferocidade da figura ainda humana, com um cocar na cabeça, trajes espinhados, é sublinhado pelos longos punhais em seu cinto. Na face posterior da escultura Galdino faz a incisão no barro das palavras que descrevem batalhas de “Jaraguá, de armas em punho, no túmulo do rei morto por um tabajara em uma aldeia africana, em 1413.” Tempos mitológicos, criados por ele para exprimir a sua percepção da história do país Brasil. Esse repertório de figuras desafiadores, tratado plasticamente com um verdadeiro esfolamento da matéria, desenvolve-se com inesgotável invenção ao longo das décadas de 1970 e 1980. Na década de 1990 o artista vai desenvolver outra grande série de figuras monstruosamente oníricas, como “Calango, Carranca corte de Vênus, Guariba Milena, Jaraguá”, em que o vestígio do humano é muito tênue. Em “Jaraguá”, um homem de face já simiesca cavalga um grande lagarto-dragão, cujo corpo tem resquícios de roda de carro. A antropomorfização do automóvel e do avião, que ele já começara nos anos 1980, chega aqui a transformar a máquina em coisa orgânica, imbricando-a, não sem sofrimento e humor, com o homem, seu condutor. Expões ele assim, com muita modernidade, a questão da violência exercida pela tecnologia sobre o indivíduo. Movimentando como um mestre os segmentos diversos em que suas figuras vão se desdobrando em pernas, braços, cabeças, ele os escarifica, retalha, incisa. Estes seres são esfinges ameaçadoras, às vezes antropofágicas, ou híbridas, como “Lampião-sereia”. Seu trabalho foi destacado na exposição “Brésil, Arts Populaires” (Grand Palais, Paris, 1987). Integra o acervo de importantes coleções e de museus de arte popular do país.

Fonte: Pequeno Dicionário do Povo Brasileiro, século XX | Lélia Coelho Frota – Aeroplano, 2005

Exposições Coletivas:

2021 Poética da Criação, Museu do Pontal, Rio de Janeiro, RJ, Brasil

2019 Fronteiras da Arte: Criadores Populares, Espaço Cultural BNDES, Rio de Janeiro, RJ, Brasil

2019 Se Cria Assim, Galeria de Artes Mestre Galdino no Sesc Caruaru, Petropolis, PE, Brasil

2013 Criaturas Imaginárias, Museu de Arte Pontal, Rio de Janeiro, RJ, Brasil

2012 Janete Costa “Um Olhar”, Museu Janete Costa de Arte Popular, Niterói, RJ, Brasil

2012 Teimosia da Imaginação – dez artistas brasileiros, Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, SP, Brasil

2011 O Brasil na Arte Popular, Acervo Museu Casa do Pontal, Brasília, DF, Brasil

2010 Pavilhão das Culturas Brasileiras: Puras Misturas, Pavilhão de Culturas Brasileiras, Pq. Ibirapuera, São Paulo, SP, Brasil


Coleções Públicas:

Memorial Mestre Galdino, Carau, PE, Brasil

Museu do Pontal, Rio de Janeiro, RJ, Brasil

Publicações Selecionadas:

2013 Mestre Galdino: o ceramista poeta de Caruaru, autora Rosângela Ferreira de Oliveira Vitorino, São Paulo, Brasil

2012 Teimosia da imaginação: Dez artistas brasileiros, Maria Lucia Montes, Martins Fontes, São Paulo, SP, Brasil

2012 Janete Costa “Um Olhar”, Museu Janete Costa de Arte Popular, Niterói, RJ, Brasil

2005 Pequeno Dicionário do Povo Brasileiro, século XX, autora Lélia Coelho Frota, editora Aeroplano, Rio de Janeiro, RJ, Brasil

1980 O Reinado da lua – escultores populares do Nordeste, editora Salamandra, Rio de Janeiro, RJ, Brasil